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Archive for the ‘Misericórdia’ Category

Texto Bíblico: Jonas 4.1-11

Introdução: A palavra de Deus fora claramente confiada a Jonas. Sua chamada não poderia ter sido mais clara. Porém, o profeta resolveu não ir a Nínive, mas fugir para Társis (na Espanha). (Jn 1.2,3). Com isso ele tentava algo impossível: escapar da presença do Senhor. Ao verificar a geografia da região (mapa), vemos que as duas cidades estão em direções opostas. À medida que ele procurava aproximar-se ou chegar a Társis, mais longe ficava do local da sua missão predita. O resultado foi que não conseguiu fugir da presença de Deus.

Em conseqüência dessa primeira atitude podemos observar as quatro falhas no Ministério de Jonas. Vejamos:

1- A Desobediência de Jonas. (1.3).

Deus concedeu um propósito a Jonas – pregar para Nínive, a capital da Asssíria, poder mundial e o país mais temido e odiado pelo povo de Deus. Era uma cidade poderosa e perversa. Jonas odiava os assírios e temia suas atrocidades. Seu ódio era tão forte que não desejava que recebessem o perdão de Deus. Na verdade temia que aquele povo se arrependesse. (Jn 4.2,3). Por esta razão, respondeu com indiferença e desobediência ao propósito de Deus. Talvez, não sabendo ele que a desobediência é a conseqüência e a causa de todos os males.

Qual Foi a Desobediência de Jonas:

  • Quando fugiu da vontade de Deus.
  • Quando fugiu da presença de Deus. (Sl 139.7,8).
  • Quando fugiu de sua missão.

Consequências da Desobediência:

  • Deus enviou uma grande tempestade. (1.4).
  • Deus enviou um grande peixe para que tragasse a Jonas. (1.7). Instrumento de Castigo: “… e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe.” (1.17).

2- A Negligência de Jonas. (1.5,6; 2.1).

Em meio à forte tempestade, Jonas dormia profundamente no porão do navio, talvez por causa do cansaço, exaustão e pressão. Isto nos mostra a condição espiritual do profeta, que ao invés de estar buscando a Deus em favor dos marinheiros que estavam prestes a ir a pique, preocupava-se apenas consigo mesmo. Mesmo diante da aparentemente situação os atos de Jonas não incomodavam sua consciência. A negligência é a omissão de cuidado; descuido, incúria, desmazelo, menoscabo, desatenção.

  •  Na oração.

Enquanto deveria estar orando estava dormindo. Talvez Estivesse Dormindo Como:

  • Sansão, o sono da carnalidade. (Jz 16.19).
  • Elias, o sono do desânimo. (1Rs 19.5).
  • Os discípulos, o sono da negligência. (Mc 14.37-42).
  • Lázaro, o sono da morte. (Jo 11.11).

Qual o Sono Está Dormindo? As Escrituras Sagradas  dizem:

– “Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios.” (1Tss 5.6).

“Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te dentro os mortos, e Cristo te     esclarecerá.” (Ef 5.14).

“… que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé.” (Rm 13.11).

3- A Covardia de Jonas. (4.1-3).

Jonas se irou quando Deus poupou Nínive. Porque não queria que seus habitantes fossem perdoados, e sim que fossem destruídos. Jonas pensou que Deus não concederia gratuitamente a salvação a uma nação pagã pecadora. Em seguida, desejou morrer porque essa destruição não mais aconteceria. Como se esqueceu tão rapidamente da misericórdia que recebera de Deus quando estava dentro do peixe! (Jn 2.9,10). Ele ficou muito feliz quando Deus o salvou, mas irou-se quando Nínive foi salva.

  • Quando pensou que Deus tinha esquecido dele. (Is 49.15,16).
  • Com sua atitude egoísta de pensar só em si próprio.
  • Quando pediu para Deus tirar a vida. (4.3).

4- O Exclusivismo de Jonas. (4.6-11).

Jonas ficou irado pela planta que pereceu, mas não pelo que aconteceria a Nínive. Jonas não se queixou da misericórdia de Deus para com ele, ao salvá-lo do peixe. Ele sabia que Deus era “um Deus clemente e misericordioso, tardio em irar-se e de grande beneficência” (v.2), porém ele, pobre criatura, não podia concordar com Deus nisso. Queria ver a grande cidade incendiada.

O incidente da aboboreira servia para ensinar ao profeta a loucura e o egoísmo da sua atitude. Ele podia lastimar a falta da aboboreira porque desfrutou da sua sombra, mas estava bem disposto a ver uma grande cidade varrida com a destruição.

O exclusivista é aquele que tudo sacrifica ao seu próprio proveito; que tem como centro do mundo; que só pensa no seu próprio interesse. É a qualidade daquele que se acha dominado e envolvido pelo próprio eu. O exclusivismo é o contrário ao espírito missionário. A mensagem de Jonas é que Deus é o Deus não apenas dos judeus, mas também dos gentios.

  • Ele queria que Deus destruísse e castigasse os ninivitas. (4.2).
  • Ele queria que Deus não tivesse misericórdia dos ninivitas. (4.2,3).
  • Ele se preocupava mais consigo próprio e seu conforto do que com as almas da grande capital da Assíria.
  • Ele soube pregar com unção, mas não aprendeu que também é vital ter compaixão.
  • Ele tinha esquecido que o Senhor é um Pai cheio de ternura e misericórdia. (4.2).

Resumo: Jonas deveria estar feliz pelo grande avivamento, e a obra que Deus tinha feito com os ninivitas.

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Texto Bíblico: Salmos 23.1

 Introdução: O salmo 23 foi escrito por Davi na visão e perspectiva de um pastor de ovelhas. E como tal, Davi conhecia todas as implicações e realidades desse trabalho. Ele olha para Deus e vê que assim como ele lidava e tratava suas ovelhas, era também cuidado e tratado por Deus que era o seu pastor. Desta forma com muita propriedade ele apresenta realidades que eram vividas no cotidiano de seu trabalho e as aplica ao contexto espiritual, observando assim a maravilhosa forma como Deus cuidava de sua vida. O mesmo cuidado Deus continua dispensando às suas ovelhas ainda hoje. Ele continua sendo e sempre será o nosso grande Pastor.

O texto nos afirma: “O Senhor é o meu Pastor; nada me faltará.” – Que maravilha!  O Senhor é o nosso Pastor e supre todas as nossas necessidades. Portanto, temos a certeza de sua presença plena em nossas vidas cuidando de nós. Muita das vezes como ovelhas nos distanciamos do aprisco e nos afastamos do nosso Pastor. Contudo, Ele é fiel e nunca nos abandona. Ele sempre virá em busca de suas ovelhas. Duas verdades são aqui destacadas:

1- Pastor Pessoal.

Ele é o “meu pastor…”. Ele tem conosco uma relação pessoal. Ele conhece chama pelos nomes as suas próprias ovelhas. (Jo 10.3). Ele nos conhece pessoalmente. Ele conhece suas ovelhas intimamente, uma por uma, e cuida delas individualmente. Ele conhece as ovelhas uma por uma, tratando-as bondosamente, como indivíduos. As ovelhas têm contato pessoal com o pastor. A Escritura Sagrada diz:

“As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; e dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará das minhas mãos.” (Jo 10.27,28). Isto é relacionamento pessoal: “O Senhor é o meu Pastor…” Isto fala também de comunhão pessoal com Ele.  

2- Pastor Suficiente.

“… nada me faltará.” Ele é o pastor que supre suas ovelhas em quaisquer circunstâncias. A ovelha é um animal indefeso, míope e incapaz de cuidar de si mesma. Ela necessita do cuidado do pastor.

E Cristo tem toda a condição para suprir suas ovelhas de forma plena. Descanse e confie no Senhor, pois na hora certa Ele sempre tem a resposta de suprimento para suas ovelhas. Ele tem suprimento abundante e suficiente. “… nada me faltará.”

  • Não faltará alimento. (v.2).“Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas”.
  • Não faltará refrigério. (v.3ª).“Refrigera a minha alma…”
  • Não faltará direção. (v.3b). – “… guia-me pelas veredas da justiça…”
  • Não faltará segurança. (v.4a). – “Ainda que eu andasse pelo vale da sobra da morte, não temeria mal algum…”
  • Não faltará companhia. (v. 4b).“pois tu estás comigo”
  • Não faltará Consolo. (v.4c). – “… a tua vara e o teu cajado me consolam.”
  • Não faltará suprimento. (v.5a). “Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus adversários…”     
  • Não faltará unção. (v.5b). “… unges-me a cabeça com óleo…”
  • Não falta regozijo. (v.5c). “… o meu cálice transborda.”
  • Não faltará bondade e misericórdia (v.6a). “Certamente que a bondade e a misericórdia me seguiram todos os dias da minha vida…”
  • Não faltará convicção. (v.6b). – “… habitarei na casa do Senhor por longos dias.”

Ele faz tudo quanto pode para cuidar delas, por possuir por elas um afeto genuíno, protegendo-as do perigo, suprindo-lhes todas as necessidades.

Resumo: O resultado destas certezas na vida daqueles que foram lavados e remidos pelo Sangue de Cristo, sem dúvida é Alegria completa por pertencer ao rebanho de Cristo. Um rebanho cuidado pelo Sumo Pastor e caminha para os céus.

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Texto Bíblico: Marcos 10.46-52

 Introdução: Jesus estava em Jericó. A grande multidão fazia contraste com o solitário e cego esmoler, sentado à beira da estrada. Jesus o notaria? Faria alguma coisa por ele? Já sabemos que assim seria. Jesus pararia. Ajudaria. Cuidaria daquele indivíduo miserável.

Que Mensagem – de Esperança – Temos Nesta Passagem!:

1- Ele Para. (v.49ª). Movido de misericórdia. A fim de ministrar a um pobre miserável. Em Jesus encontramos: atenção, interesse, compaixão, simpatia e poder divino.

2- Ele Chama. (v.49b).

Jesus está chamando ainda hoje! (Mt 11.28).

  • Pelo nome. (Is 43.1; 45.4; Lc 19.5 – Zaqueu).
  • De amigo. (Jo 15.15).
  • O pecador ao arrependimento. (Mt 4.17).
  • Para a vitória. (vv.49,51,52).

O cego não deixaria nada atrapalhar seu caminho para chegar até Jesus.

Saltamos a fim de atender ao seu chamado e receber sua benção.

3- Ele Ajuda. (vv.51,52). Como? Exemplos:

  • Samuel. (1Sm 7.12). – “A pedra de ajuda.”
  • Davi. (1Sm 23.28). – “A pedra de escape.”
  • Israel. (Is 41.10). – “O sustento.”

Cristo, o Nosso Amparo. A Escritura Sagrada diz:

“Assaltaram-me no dia da minha calamidade, mas o SENHOR me serviu de amparo.” (2Sm 22.19).

“Surpreenderam-me no dia da minha calamidade; mas o Senhor foi o meu amparo.” (Sl 18.18).

“Eu sou pobre e necessitado, porém o Senhor cuida de mim; tu és o meu amparo e o meu libertador; não te detenhas, ó Deus meu!” (Sl 40.17).

“Israel confia no Senhor; ele é o seu amparo e o seu escudo.” (Sl 115.9).

“A casa de Arão confia no Senhor; ele é o seu amparo e o seu escudo.” (Sl 115.10).

“Confiam no Senhor os que temem o Senhor; ele é o seu amparo e o seu escudo.” (Sl 115.11).

“Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” (Hb 4.16).

– “lançai sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (1Pe 5.7).

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Texto Bíblico: 2Sm 9.1-8

Introdução: Para quem não conhece a historia de Mefibosete, nasceu em berço esplêndido, da linhagem de real, príncipe por excelência, mas quando pequeno da idade de cinco anos, a sua ama, sabendo da morte de seu Rei Saul e de Jonatas, pegou o menino e fugiu e na pressa além de ser aleijado dos pés, caiu e ficou manco. (2Sm 4.4).

Conta-se a história secular que na  época de reis, quando um rei batalhava contra um outro e vencia , logo  todos os seus familiares também eram mortos, para não haver conspiração e nem sucessão ao trono. A linhagem passaria a ser do novo rei e de toda a sua família.

Quando Davi reinou, a ama de Mefibosete fugiu para Lo-Debar, cujo significado é “sem palavras”, “sem pasto”, “terreno deserto”, certamente ali Mefibosete viveria em silêncio e esperando a morte chegar, por causa do novo Rei.

Esta historia ainda bem que não acaba assim, Davi foi benevolente para com a descendência de Jônatas e sabendo que existia um herdeiro vivo, mandou imediatamente chamar e restituir  tudo o que lhe era devido. Mefibosete foi tratado pelo rei com todas as demonstrações de ternura e de bondade, e desde então residiu na capital. (v.7).

A vida de Mefibosete é um retrato da nossa própria existência. E, como ele, nós também fomos criados para sermos príncipes. Não devemos nos contentar com a vida árida do deserto, visto que fomos criados para a abundância e para a dignidade.

Os Atos de Bondade de Davi

Os atos de bondade de Davi para com Mefibosete formam um impressionante paralelo com os atos de bondade de Deus para conosco.

1- A Busca. (vv.1-4).

 Davi busca Mefibosete descendente de Jônatas para “que lhe faça bem”, restaurando-lhe os terrenos de Saul e deixando-o comer continuamente à mesa do rei.

A “Casa de Saul” era inimiga da “Casa de Davi” e, contrariando os “costumes” daquela época, que era o de matar todos os descendentes do rei deposto (para evitar futuras reivindicações ao trono), Davi, por causa da sua aliança com Jônatas, busca seus descendentes para os abençoarem.

De modo semelhante, nós, pecadores, também éramos inimigos de Deus (Rm 5.10), mas Jesus também veio nos buscar para nos salvar e nos abençoar. (Mt 11.28; Lc 19.10).

2- O Chamado. (vv. 5-6).

Davi mandar chamar Mefibosete à sua presença. Os atos de bondade de Davi para com Mefibosete formam um impressionante paralelo com a grandiosidade do Chamado de Deus para as nossas vidas. O chamado de Deus hoje:

  • É um Chamado Pessoal. (Is 43.1; Lc 19.5; At 9.15).
  • É um Chamado Universal. (Mt 11.28).
  • É um Chamado que Resulta em Grande Alegria. (At 16.34).

3- A Restituição. (v.7).

Davi restitui a Mefibosete tudo que era de seu pai e avô. Satanás rouba, mata e destrói. Jesus dá vida em abundância (Jo 10.10). Jesus restaura o homem e sua vida, família, paz, alegria, saúde, dignidade. O Senhor promete nos restituir:

  • A prosperidade perdida. (Jó 42.10).“E o Senhor virou o cativeiro de Jó… e o Senhor acrescentou a Jó outro tanto em dobro a tudo quanto dantes possuía.”
  • Tudo em dobro. (Zc 9.12).“Voltai à fortaleza, ó presos de esperança; também hoje vos anuncio que vos recompensarei em dobro.”
  • A sorte do seu povo. (Sl 126.3).“Grandes coisas fez o Senhor por nós, e, por isso, estamos alegres.”
  • A nossa saúde. (Jr 30.17).“Porque restaurarei a tua saúde e sararei as tuas chagas, diz o Senhor…”
  • A nossa justiça. (Jó 33.26). “Deveras, orará a Deus, que se agradará dele, e verá a sua face com júbilo, e restituirá ao homem a sua justiça.”
  • A alegria da salvação. (Sl 51.12).“Torna a dar-me a alegria da tua salvação e sustém-me com um espírito voluntário.”

4- A Glorificação. (v.8).

Davi convida Mefibosete para assentar-se à sua mesa permanentemente. Mefibosete é integrado à corte e assenta-se à mesa do rei na condição de príncipe de Israel. De igual modo, nós, “cães mortos”, “coxos”, também somos convidados à mesa do Senhor.

  • Como Abençoados pelo Senhor. (Ef 1.3).“… o qual nos todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”
  • Como Filhos de Deus. (Jo 1.12).“Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus…”
  • Como Herdeiros de Deus e Co-herdeiros de Cristo. (Rm 8.17). – “E, se nós somos filhos, logo herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se é que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.”
  • Como Bem-aventurados. (Ap 19.9).“… Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro…”

Resumo: Os atos de bondade de Deus são à base da nossa salvação, pois, à semelhança de Davi com Mefibosete, Jesus buscou, chamou, restituiu e também glorificou o pecador.

 

 

 

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Texto Bíblico: João 8.3-11

Introdução: Diversas lendas circulam a identificação e a história subseqüente informação de que o nome dela era Susana e que era esposa de certo Manasses, de Jerusalém.

Nas outras tradições asseveram que ela tornou uma santa de Deus na Espanha, até onde serviu o apóstolo Tiago; tais histórias, com toda probabilidade, são lendárias.           

1- Uma mulher que foi pega no próprio ato de adultério:

  • Na hora errada,
  • No lugar errado,
  • Fazendo a coisa errada. 

2- A situação daquela mulher:

  • Em pecado – fragrante. (v.3; Is 59.2).
  • Acusada – réu. (v.4; Ap 12.10).
  • Condenada – veredicto. (vv.5,11; Lv 20.10; Dt 22.22-24; Jo10. 10).
  • Em vergonha e desespero total.

Não importa a tua situação (posição) em que você se encontra. As Sagradas Escrituras dizem:

“vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mt 11.28).

“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” (Lc 19.10).

“Tudo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.” (Jo 6.37).

 3- Eles os acusadores a levaram a Jesus:

  • Na hora certa. (v.3),
  • No lugar certo. (v.3).
  • Ao Homem certo. (v.4).
  • e Ela ouviu a palavra certa. (v.11).

4- Jesus é aquele que:

  • Te aceita. (Mt 11.28; Jo 6.37).
  • Te Perdoa. (v.11; Lc 7.48,49).
  • Te Liberta. (Jo 8.36).
  • Te Alegra. (Sl 16.11; Jó 41.22).
  • Te dá Vitória. (Pv 21.31; 1Co 15.57; 2Co 2.14).
  • Te Leva Para o Céu. (Jo 14.3,6).

5- Eles os acusadores consideravam-se perfeitos e acuzavam aquela mulher. (vv.4,5).

  • Jesus é perfeito e não condenou aquela mulher. (v.11). 

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” (Jo 3.17). 

6- A Lei de Moisés condenava aquela mulher à morte através do apedrejamento. (v.5).

Jesus não te condena, mas te chama. (Mt 11.28).

  • Para o arrependimento. (Mt 4.17).
  • Para salvação. (Lc 19.10).
  • Para que tenha direito as mansões celestiais. (Jo 14.2,3,6).
  • Para a vitória. (Pv 21.31; 1Co 15.57; 2Co 2.14).

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Texto Bíblico: Jonas 1.1-3; 3.1-5

Jonas no hb. Significa: “Pomba” – “Portador da Paz.” Ele, conforme 2 Rs 14.25, era da aldeia de Gate-Hefer, situada perto de Nazaré. O livro é de autoria do próprio profeta. Foi escrito, aproximadamente, no ano780 a.C., no fim de sua carreira. Foi contemporâneo de Amós e Oséias. Seu livro foi escrito uns 60 anos antes da tomada do Reino do Norte (Israel) pelos assírios. Ainda que tendo sido um arauto do Senhor, considerando um profeta de Israel, na sua missão, Jonas é mais, um evangelista. Tendo esse duplo ofício, um dia proclamou o juízo divino contra os cidadãos de Nínive. Vemos no decorrer do seu livro, o tema: “a misericórdia de Deus.”

1- Jonas missionário enviado ao campo estrangeiro.

A Nínive. (hb. “Lugar do peixe”). Era a maior cidade da sua época. A sua população era calculada em 600,000 habitantes. Era a capital do império da Assíria. Para atravessá-la levava-se três dias. (v.3). Sua muralha interna tinha 13 km de circunferência. Uma outra muralha externa tinha 96,5 km. A altura delas era 30,5 mt e incluía 150 torres de 61 mt. A largura dos muros era tal que várias carruagens lado a lado, podiam rodar por cima deles. Era não somente grande, mas poderosa. A própria Bíblia diz: “… Ora Nínive era mui importante diante de Deus.” (3.3).

A razão da misericórdia de Deus por Nínive.

Na cidade havia 120.000 que não sabiam a diferença entre a mão direita, e a esquerda, e um representativo da cidade, sendo o das crianças na faixa de 1-4 anos aproximadamente e, portanto uma quinta parte da população. (4.1).   Havia também nela milhares de vidas saturadas pelo mal, carentes de salvação.

Para o crente não é diferente, pois tem uma missão.

Porque a Bíblia diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tem a vida eterna.” (Jô 3.16).

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” (Mc 16.15,16).

2- Jonas missionário relutante. (1.1-3).

Fugindo da presença de Deus; indo para Társis (na Espanha), a uma distância de aproximadamente 4.000 km de Israel. Era, portanto, um dos lugares mais remotos em relação à terra santa, em direção oposta a Nínive. À medida que ele procurava aproximar-se ou chegar a Társis, mais longe ficava do local da sua missão predita.

Jonas foge:

  • Foge de Deus.
  • Foge da vontade de Deus.
  • Foge da sua missão.

O salmista Davi disse: “… Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, tu estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também…” (Sl 139.7,8).

O resultado foi que não conseguiu fugir da presença de Deus.

3- Jonas missionário surpreendido por Deus. (1.4-17).

  • Com uma grande tempestade. (v.4).
  • Com um grande peixe. (v.17).
  • E foi castigado por Deus. (v.17).

“… e esteve Jonas por três dias e três noites nas entranhas do peixe.” (v.17).

4- Jonas orou ao Senhor de dentro da barriga daquele grande peixe – arrependimento. (2.1-10).

  • Ele lembrou que Deus é misericordioso. (4.2; Sl 136.1vv; Lm 3.22).
  • Deus não resiste à oração do servo arrependido. (v.10).
  • Deus lhe deu outra oportunidade. (3.1,2).

O peixe vomitou o profeta certamente no litoral palestino. Pela segunda vez veio a Palavra do Senhor a ele. (Jonas foi mais feliz do que outros que só receberam uma chamada.) Desta vez, ele levantou-se e seguiu na direção certa.

5-  Jonas obedece à voz de Deus e vai a Nínive.

“… e pregava e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida.” (3.4).

  • Os ninivitas ouviram a palavra de Jonas. (3.5).
  • Eles creram e temeram a Deus. (3.5).
  • Humilharam-se perante a Deus. (3.5,6).
  • Clamaram fortemente a Deus. (3.8).
  • Converteram-se a Deus. (3.8,9).
  • E Deus perdoou os ninivitas. (3.10).

A Escritura Sagrada diz:

– “Viu deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não fez.” (3.10).

“… pela graça sois salvos…” (Ef 2.5).

“… Porque a sua misericórdia dura para sempre…” (Sl 136.1vv).

Vemos aqui o maior avivamento registrado na Bíblia! A maior e mais poderosa cidade daquele tempo, submetendo-se humildemente ao único e verdadeiro Deus! A mensagem de um servo do Senhor abalou e mudou uma população inteira. Arrependimento sincero dominou o comércio, as escolas, os templos, os palácios, as casas, enfim, tudo. Foram sacudidos até os alicerces, movidos pelo arrependimento. A transformação foi total e atingiu a todos.

A causa principal deste impacto espiritual em Nínive, foi o poder convencedor do Espírito Santo, junt0 à receptividade positiva dos corações arrependidos e voltados para Deus.

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Texto Bíblico: 2Crônicas 33.1-17

 Introdução: Depois do reinado de Ezequias, Manassés assume o trono com doze anos de idade como o décimo quarto governante de Judá e cinqüenta e cinco anos reinou em Jerusalém. (v.1). Dos vinte governantes da história de judá, Manassés foi o pior. Sua vida foi uma coleção de iniqüidades. E foi chamado o pior idólatra dos hebreus. (2Rs 21.11).

1- O Pecado de Manassés.

  • “Fez o que era mal aos olhos do Senhor…” (v.2).
  • Mandou construir altares pagãos nos altos de Israel. (v.3).
  • Profanou o Templo de Deus. (v.4).
  • Participou de toda sorte de espiritismo e feitiçaria, consultando medius. (v.6).
  • Sacrificou seus filhos no fogo. (v.6).

Manassés pecou de maneira tão fragrante que Deus disse que ele era pior que os primitivos habitantes de Canaã: “… fazendo pior que tudo que fizeram os amorreus antes dele…” (2Rs 21.11).

2- O Cativeiro de Manassés. (v10).

Deus não abriu mão de Manassés. Finalmente, como juízo sobre ele, Deus permitiu que a Assíria invadisse novamente Judá. “Pelo que o Senhor trouxe sobre eles os comandantes do exército do rei da Assíria, os quais prenderam a Manassés, colocaram um gancho no seu nariz, amarraram-no com cadeias de bronze e o levaram para Babilônia.” (v.11).

  • Aonde perdeu suas riquezas,
  • Sua posição social,
  • e Sua vaidade.

3- O Arrependimento de Manassés.

Manassés nos lembra o filho pródigo do Novo Testamento. Desfalecendo no cárcere assírio, deu-se conta da sua situação e clamou a Deus pedindo misericórdia e perdão.

O Senhor ouviu seu clamor e o reconduziu a Jerusalém, para o seu reino. “Então conheceu Manassés que o Senhor era Deus.” (vv.12,13).

  • Humilhou-se perante o Deus de seus pais. (v12).
  • Purificou à casa do Senhor. (v.15).
  • Consertou o altar do Senhor. (v.16).
  • e Adorou tão somente ao Senhor. (vv.16,17).

4- A vitória de Manassés.

  • Recebeu o perdão do Senhor. (v.19).
  • e Ordenou que Judá se voltasse ao Senhor. (v.17).

Resumo: O relato e Crônicas indica a profundidade da graça de Deus, ao perdoar um homem tão ímpio como Manassés, quando se arrependeu sinceramente de seus pecados.

A Sagrada Escritura diz: “Veio, porém a lei para que a ofensa abundasse; mas onde o pecado abundou, superabundou a graça.” (Rm 5.20).

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