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Archive for the ‘Glória’ Category

Texto Bíblico: Isaías 6.1-3

Introdução: A visão que teve Isaías ocorreu no ano em que morreu o Rei Uzias, (742 a.C.) – talvez a experiência da morte do Rei produziu um senso de vazio, que o levou ao Templo em busca de consolo. No Templo, Isaías teve uma grande visão de Deus, que culminou com sua chamada profética. Isaías teve uma visão tríplice de Deus. Vamos percorrer as fases desta visão e aplicá-la aos nossos dias. Vejamos:

1- Isaías Viu a Majestade de Deus. (v.1).

A primeira característica que ganha destaque do profeta é o fato de que Deus é cheio de Majestade. Ele é descrito como sentado em um trono muito alto e elevado, acima da terra. Apenas a barra de seu manto enche todo o Templo, que era enorme. Percebe-se, desta forma, que Deus é o rei soberano de toda a terra, nada se compara à sua grandiosidade e poder.

Ele está acima de qualquer autoridade e poder humano, é maior que reinos e reis. Seu trono é fixo e ele reinará para sempre, ninguém pode tirar seu reinado, ao contrário dos reis da terra.

Isaías teve esta visão justamente no ano da morte do rei Uzias. A morte de um rei sempre causava desespero e instabilidade entre o povo, pois não havia garantia de que o herdeiro ao trono iria conduzir o reino da mesma forma que o pai.

A visão mostra que, independente da circunstância, Deus sempre será rei. Homens morrem, reis deixam o reinado, situações financeiras mudam, pais se separam, tragédias acontecem, mas não devemos perder a esperança, porque o Deus Todo poderoso nunca deixará de governar e de ter o controle sobre tudo o que acontece. (Sl 145.13).

Precisamos de uma visão de um Deus que esteja além de nós (num trono alto, sublime e exaltado) e não seja apenas um produto de nossa imaginação.

2- Isaías Viu a Santidade de Deus. (vv.2,3).

A segunda característica destacada por Isaías é a santidade de Deus. Os Serafins dão grande ênfase a isto ao afirmar por três vezes que Deus é santo. “… Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos…” Dizer que Deus é santo é afirmar que ele é diferente de todas as suas criaturas. Os serafins sabiam isto e cobriam o rosto e o corpo, pois eram tão diferentes de Deus que não se viam como dignos de olhar para sua face e aparecer diante dele com seus corpos tão diferentes e inferiores. Esta é uma grande revelação do caráter de Deus: a sua santidade.  A idéia básica de Santidade é “separação”, ou seja, Deus está separado e acima de sua criação. Significa também que Deus está além do Universo, acima dele, separado; e que não há nele qualquer erro, falha ou imperfeição. Esse é o Deus a quem servimos; um Deus perfeito.

  • A santidade divina significa que Deus é separado do pecado. (6.3).
  • A santidade de Deus proporciona o padrão a ser imitado. (Lv 19.2b).“… Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo.”
  • Tal santidade é condição para que O vejamos. (Hb 12.14).  “… sem a santificação, ninguém verá o Senhor.”

Deus deseja ser conhecido essencialmente por Sua santidade, pois esse é o atributo pelo qual Ele é glorificado por excelência.

3- Isaías Viu a Glória de Deus. (v. 3b).

Em terceiro lugar, chamou a atenção o que os anjos afirmam que “… toda a terra está cheia da sua glória.” No texto são os Serafins que estão proclamando a “Glória de Deus”. Veja a expressão: “Toda a terra está cheia de sua glória”. Isaías podia perceber uma pequena demonstração desta glória ali dentro do Templo.

A “glória do Senhor” refere-se a uma manifestação visível da presença e do esplendor de Deus. A glória de Deus também se refere á presença visível de Deus entre o seu povo. A glória de Deus é também chamada a Shekinah de Deus. A palavra Shekinah vem do verbo hebraico que significa “habitação (de Deus)”, empregada para descrever a manifestação visível da presença e a glória de Deus.

A Glória de Deus é Manifestada:

  • Na criação. (Sl 19.1). “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.”
  • No seu julgamento. (Ez 39.21). “E eu porei a minha glória entre os gentios e todos os gentios verão o meu juízo, que eu tiver executado, e a minha mão, que sobre elas tiver descarregado.”
  • Na redenção. (Lc 2.13-14). “E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.”
  • Quando construímos uma casa para Ele. (2Cr 7.1-3). Após o rei Salomão haver construído uma das sete maravilhas do mundo antigo: O grande Santuário. A Bíblia diz que, Deus encheu aquele Santuário de uma forma tão tremenda que os sacerdotes ficaram embriagados com a glória de Deus.
  • Através da fé. (Jo 11.40). “Disse-lhe Jesus: Não te disse, se creres, verás a glória de Deus?”

Resumo: Assim como o profeta Isaías, Todo aquele que verdadeiramente conhece, compreende, crê e assim vive segundo a visão de Deus, revelada em Cristo Jesus e na Sua palavra, tem um estilo de vida impactado por esta mesma visão.

Precisamos conhecer compreender e viver segundo a visão, a revelação divina de que o caminho para o bom êxito é o caminho da vida em comunhão e obediência a Deus Pai, por meio de Jesus Cristo, sob a capacitação do Espírito Santo.

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Texto Bíblico: 2Coríntios 4.7

Introdução: O cristão é um “vaso de barro” que, às vezes, passa por tristezas, lágrimas, aflições, perplexidade, fraquezas e temores (2Co 1.4,8,9; 7.5). Mas o cristão não é derrotado por causa do “tesouro” celestial que nele está.

Temos três verdades fundamentais:

1- O tesouro: Se refere à promessa do evangelho, ou seja, à salvação humana. (2Co 3.18).

  • O dom de Deus – Jesus Cristo. (Jo 4.10).
  • O conhecimento da glória de Deus. (2Co 4.6).
  • A graça de Deus. (2Co 12.9).

2- Vasos de Barros: Representa a fragilidade humana. Isto é algo de que todo cristão deve estar ciente. O cristão não é um ser angelical, mas um frágil vaso de barro, isto é, portador das fraquezas da natureza humana.

A vida do homem:

“… é como o vento…” (Jó 7.7).

“… É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece.” (Tg 4.14).

“Não confieis no homem, cujo fôlego está no seu nariz…” (Is 2.22).

3- Excelência do Poder: Isto diz que o poder de Deus é inigualável. “… excelência…” No original grego temos a palavra “uperbole,” o que indica algo tão excelente que chega a ser “excessivo,” “transcendental;” e essa excelência é do “… poder de Deus…”. O poder de Deus não tem medida, conforme poderíamos dizer:

  • O poder que pertence a Deus. (Sl 62.11).
  • O poder Soberano. (Fl 2.13; Jó 38.8-11).
  • A glória de Deus. (2Co 3.16).
  • A vida de Cristo em nosso corpo. (Cl 1.27).
  • A alegria da salvação. (Sl 51.12).
  • A paz que excede todo entendimento. (Fl 4.7).

Resumo:“Guarda o bom tesouro pelo Espírito Santo que habita em nós.” (2Tm 1.14).

“Guarda o que tens para que ninguém tome a tua coroa.” (Ap 3.11).

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 Texto Bíblico: 2Crônicas 7.1-3

Introdução: Por ser Davi um homem de guerra, Deus não permitiu que ele edificasse o templo. Seu filho Salomão, porém, era um rei pacífico, conforme significa seu nome (da palavra hebraica SHALOM – “Paz”). Por isso, Deus permitiu que ele construísse o templo em Jerusalém. Salomão dedicou os primeiros três anos do seu reinado à aquisição e transporte de matérias de construção para o templo, dando início à grandiosa construção só no quarto ano do seu reinado. (966 a.C.). 

A Construção do Templo (2Crô 2-4)

Em preparo para a grandiosa obra de construção, muito “cedros do Líbano” foram levados através de balsas, por mais de 100 quilômetros, pelo litoral do Mar Mediterrâneo, desde Tiro (no atual Líbano) até Israel. Tiro também pôs à disposição de Salomão os serviços de Hirão, talentoso escultor em bronze. Muitos outros artesãos habilidosos chegaram de toda região do mundo, então conhecido, para prestarem sua colaboração ao grande empreendimento de Salomão.

As pedras finíssimas, usadas na construção do templo, foram cinzeladas com perfeição, desde o fundamento até as beiras do teto, enfim, em toda a parte em que estas foram aplicadas. Mediam cerca de seis a sete metros quadrados. Quando lemos no Novo Testamento, Pedro referindo-se a “pedras vivas” comparando-as com os filhos de Deus, perfeitamente cinzelados, santos, dignos de oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, entendemos que ele estava fazendo uma alusão àquelas pedras do Antigo Testamento. O servo de Deus será esculpido com esmero, por dentro (pensamentos e atitudes) e por fora (palavras e ações) e assim cumprirá um desempenho feliz no templo espiritual do Senhor.

O exterior do templo foi trabalhado em pedra calcária branca adornada com esculturas de querubins, flores e palmeiras. Toda a mobília, bem como os pisos, paredes e tetos e até os pregos, eram cobertos de ouro. (2Crô 3.9). A construção deste enorme edifício levou 7 anos. Mais de 30.000 israelitas e 153.000 estrangeiros trabalharam na construção deste santuário do Deus de Israel.

Uma das características mais notáveis do templo foi seu extenso átrio de acesso, com duas colunas, denominadas Jaquim (“Ele estabelece”) e Boaz (“Nele está a força”).                                                 (EETAD – História de Israel).

A Dedicação de Templo (2Crô 5-7)

Uma vez edificado o templo, a arca da Aliança foi nele colocada. Embora a arca parecesse apenas uma simples e antiga caixa, em contraste com a magnificência do próprio templo, era venerada por todo Israel. Os judeus bem sabiam que sem a arca, o templo não passaria de um edifício qualquer, uma vez que ela simbolizava a presença de Deus no meio do Seu povo. 

O templo foi dedicado a Deus, e Salomão, juntamente com o povo, preparou-se para adorar ao Senhor: “… e adoravam, e louvavam o Senhor, porque é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.” (v.3).

Louvai ao Senhor! Por quê? As Sagradas Escrituras dizem:

“Bom é louvar ao Senhor e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo.” (Sl 92.1).

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.” (Sl 103.1,2). 

A  Aceitação e  Aprovação de Deus (2Crô 7.1-3)

1- A Oração de Salomão.

Salomão orou com o pedido de que Deus viesse “… entra para o teu repouso…” (2Crô 6.41). A oração dele fora ouvida. E a aceitação de Deus foi confirmada. Então, desceu fogo do céu, consumindo os sacrifícios e as ofertas queimadas. Então a glória do Senhor encheu o templo. (v.1). O fogo e a glória de Deus são os sinais da sua aprovação.

A gloriosa presença de Deus se fazia sentir de maneira tão poderosa naquele edifício que os sacerdotes não podiam entrar no templo. (v.2). No entanto, nenhum edifício é suficiente para conter Deus, pois Salomão afirmou: “… Eis que céu e o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado.” (2Crô 6.18).

A oração de Salomão foi aceita e respondida por Deus. As Sagradas Escrituras dizem:

“Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.” (Jr 33.3).

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.” (Mt 7.7).

“E tudo que pedirdes em oração, crendo, o recebereis.” (Mt 21.22).

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.” (Jo 15.7).

A promessa positiva de Deus é que, se clamarmos a Ele, Ele nos responderá se tal que ficaremos impressionados.

2- O Fogo Desceu do Céu.

Deus enviou fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios. O fogo simbolizava a presença de Deus. O fogo apontava para a verdadeira consagração do templo, porque somente o poder purificador de Deus é capaz de santificar. (Nm 31.23ª).

O fogo Era um Emblema da Presença Divina. Exemplos:

  • Fogo como presença de Deus. (Êx 19.18).
  • Fogo como resposta de Deus. (1Rs 18.38; 1Crô 21.26).
  • Fogo como provação de Deus. (Dn 3.21; Is 43.2c).
  • Fogo como aceitação de Deus. (2Crô 7.1).
  • Fogo como poder de Deus. (Hb 1.7b).

Deus é um fogo consumidor (Dt 4.24) e tudo que estiver envolvido pela presença de Deus também se torna fogo. O fogo era a glória da presença de Deus, a Shekinah, que transformava tudo e todos em que tocasse.

3- E a Glória do Senhor Encheu a Casa.

A “glória do Senhor” refere-se a uma manifestação visível da presença e do esplendor de Deus. A glória de Deus também se refere á presença visível de Deus entre o seu povo. A glória de Deus é também chamada a Shekinah de Deus. A palavra Shekinah vem do verbo hebraico que significa “habitação (de Deus)”, empregada para descrever a manifestação visível da presença e a glória de Deus.

A Glória do Senhor. Exemplos:

  • Moisés viu a Shekinah de Deus no meio da sarça ardente (Êx 3.2) e na coluna de nuvem e de fogo. (Êx 13.21).
  • Ela cobriu o Sinai quando Deus outorgou a Lei. (Êx 24.16,17). 
  • Encheu o Tabernáculo. (Êx 40.34).
  • Guiou Israel no deserto. (Êx 40.36-38).
  • Encheu o templo de Salomão. (2Crô 7.1).
  • Hoje é possível ver a glória de Deus. (Jo 11.40).
  • E hoje você pode ser cheio da glória de Deus. (Sl 81.10).

A glória do Senhor encheu a casa! “E os sacerdotes não podiam entrar (ter-se em pé) na casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a casa do Senhor.” (v.2). E hoje aqui não é diferente, não vai ficar nem um centímetro e nem um metro deste lugar que não tenha glória. Acredite! Abre a sua boca e seja cheio da Glória de Deus!

Resumo: Que privilégio: O nosso corpo é templo do Espírito Santo. (2Co 6.16). Deus agora habita nossos corações como seu templo. (1Co 3.16). Se o buscarmos, Ele está conosco no mesmo momento. No instante em que colocamos as ofertas que selecionamos sobre o altar, o seu fogo Santo desce. E sempre que deixarmos espaço disponível para Deus, Ele vem e o ocupa! 

Após 14 dias de adoração e louvor, o povo voltou para suas casas, cheio de alegria e fervor.  (2Crô 7.8-10).

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Texto Bíblico: Êxodo 13.21

Introdução: Deus colocou as colunas de nuvem e de fogo como evidência da sua presença do seu amor e do seu cuidado por Israel. (Êx 40.38; Nm 9.15-23; 14.14; 1Co 10.1). A presença da nuvem e do fogo permaneceu entre eles até chegarem à terra prometida, quarenta anos mais tarde.

1- O Senhor ia adiante deles:

  • Para encorajá-los,
  • Para livrá-los,
  • Para dar-lhes à vitória.

2- Numa coluna de nuvem de dia:

  • Para guiá-los na direção certa,
  • Para protegê-los do calor do dia,
  • Para dar-lhes refrigério durante o dia.

3- Numa coluna de fogo à noite:

  • Para alumiá-los durante a noite,
  • Para aquecê-los do frio da noite,
  • Para protegê-los durante a noite.

4- O povo deveria caminhar debaixo da nuvem para desfrutar:

  • Da presença de Deus,
  • Da proteção de Deus,
  • Da direção de Deus,
  • Da comunhão com Deus.

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Texto Bíblico: 1Pedro 1.3

Introdução: A bem-aventurada esperança do crente é uma esperança viva, invisível, bendita e eterna, pele qual o cristão deve ansiar pelo aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo e nossa união com Ele por toda eternidade. (Jo 14.3).

Esperança Viva

1- A esperança da vida eterna. (Tt 1.2).

2- A esperança que não nos envergonha. (Rm 5.5).

3- A esperança da glória de Deus. (Rm 5.2).

4- A esperança a qual somos salvos. (Rm 8.24).

5- A esperança da justiça. (Gl 5.5).

6- A esperança do nosso chamado. (Ef 1.8; 4.4).

7- A esperança do evangelho. (Cl 1.23).

8- A esperança em nosso Senhor Jesus. (1Tss 1.3).

9- A esperança que vem através da graça. (2Tss 2.16).

10- A esperança na bem-aventurada volta de Cristo. (Tt 2.13).

11- A esperança que causa regozijo. (Hb 3.6).

12- A plena certeza da esperança. (Hb 6.11).

13- Essa esperança serve de âncora da alma. (Hb 6.19).

14- É melhor que a esperança própria do A. T. (Hb 7.19).

15- Esta firmada em Deus. (1Pe 1.21).

16- É razoável. (1Pe 3.15).

17- É purificadora. (1Jo 3.3).

Resumo:“Pelo qual (Jesus) também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” (Rm 5.2). 

“Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo.” (Tt 2.13).

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Textos Bíblicos: Salmos 102.15; Apocalipse 19.11,16

Introdução: Os judeus esperavam um Líder que havia sido prometido há muitos séculos pelos profetas. Acreditavam que o Messias “O Ungido” os salvaria de seus opressores romanos e estabeleceria um novo reino. Como Rei, ele governaria o mundo com justiça. Porém, muitos judeus, olharam com indiferença para as profecias que falavam de um Rei, servo do Senhor, que sofreria, seria rejeitado e morto.

Então, não é de se admirar que poucos tenham reconhecido Jesus como        Messias. Como o pobre e humilde filho de um carpinteiro de Nazaré poderia ser o prometido Rei? Mas, Jesus, era o Rei dos reis e Senhor dos senhores!

Jesus foi formalmente apresentado à nação de Israel, porém, foi rejeitado. É   muito estranho que o Rei tenha sido acusado, preso, condenado e crucificado. Mas, Jesus mostrou seu poder até sobre a morte, por meio da sua ressurreição, e assim, nos deu acesso ao seu Reino. 

Jesus veio a este mundo também para “superar.” Ele veio para ser o maior! Ele é o melhor! Ele é razão de tudo existir. (Cl 1.16-19). 

Os Três Ofícios de Cristo:

A vida de Jesus é marcada por três ofícios:

1- Profeta. (Dt 18.18).

Seu ofício profético vai desde o Édem até à cruz.

2- Sacerdote. (Hb 7.25; 8.1).

Seu ofício sacerdotal vai desde a ascenção até sua segunda vinda.

3- Rei. (Ap 19.16).

Seu ofício real vai do milênio às épocas sucessivas.

Rei do Reis.

“Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus seja honra e glória para todo o sempre. Amém!” (1Tm 1.17).

O Perfil do Rei do Reis.

“Quem é este Rei da Glória? O Senhor dos Exércitos; ele é o Rei da       Glória.” (Sl 24.10).

“Pelo que também Deus o axaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.” (Fl 2.9-11).

Incomparável:

  • Ele é um Rei forte. (Sl 24.8).
  • Ele é um Rei de Vitória. (Sl 44.4,5).
  • Ele é um Rei Eterno. (Sl 45..6; Lc 1.33; Ap 11.15).
  • Ele é um Rei de Justiça. (Sl 96.13; Is 32.1).
  • Ele é um Rei de Paz. (Is 9.6).
  • Ele é um Rei um Incomparável. (Ap 19.15).
  • Ele é o Rei da Glória. (Sl 24.10).

Resumo:“Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus seja honra e glória para todo o sempre. Amém!” (1Tm 1.17).

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Texto Bíblico: João 14.6

Introdução: Ele é o Caminho, e mostra aos homens como se devem desenvolver espiritualmente, pois sempre palmilhou pela vereda que os homens devem seguir. Ele é o Homem ideal a ser seguido, o Homem a ser duplicado.

  • Para o Pai. (v.6).
  • Para a Vida. (MT 7.14).
  • Para os Lugares Celestiais. (vv.2,3).
  •  Para a Salvação. (Jo 10.9).
  • Para o Santo dos Santos. (Hb 9.8,12).

Resumo: “… Este é o caminho; andai nele, sem vos desviardes nem para a direita nem para a esquerda.” (Is 30.21).

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