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Archive for fevereiro \27\UTC 2010

Texto Bíblico: Romanos 1.16,17

Introdução: Evangelho. Isso é boas novas do mais precioso quilate. 

Por meio do qual é dada a revelação da Justiça de Deus e do elevado destino dos remidos.

Mensagem que se destina a todos os povos. (Mt 24.14).

1-     O Evangelho é o poder de Deus para salvar. (v.16).

2-     Um depósito sagrado. (1Tm 1.11).

3-     É a palavra da verdade. (Ef 1.13).

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Textos Bíblicos: João 8.32,36; 2Coríntios 3.17

1- A Verdade da Palavra de Deus.

“… a tua palavra é a verdade.” (Jo 17.17b).

“e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” (v.32).

O que a palavra (a verdade) de Deus faz:

  • Liberta. (v.32).
  • Limpa. (Jo 15.3).
  • Purifica. (Sl 119.9; Ef  5.26).
  • Santifica. (Jo 17.17; 1Pe 1.22).
  • Justifica. (Mt 12.37a).
  • Vivifica. (Sl 119.50).
  • Gera de novo. (1Pe 1.23; Tg 1.8).
  • Cura. (Sl 107.20).
  • Edifica. (At 20.32; Mt 16.18).

“Examinais as escrituras porque cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.”(Jo 5.39).

2- A Verdade do Espírito do Senhor.

“… o Espírito é a verdade.” (1Jo 5.6).

“… onde está o Espírito do Senhor, ai há liberdade.” (2Co 3.17).

“O Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mais vós os conheceis, porque habita convosco e estará em vós.” (Jô 14.17).

O Espírito Santo, o guia fiel:

  • Ele guia-nos a verdade. (Jo 16.13).
  • Ele guia-nos a toda santidade. (Rm1.4; 2Ts 2.13; 1Pe1.2; 1Ts 5.23; Hb10.10-14).
  • Ele nos guia a todo conforto. (At 16.25).
  • Ele nos guia a gloria. (1Pe 4.4; Rm 8.18; Cl 1.27; 2Tss 2.14).

Deixemos pois que o Espírito nos guie em todo o tempo e em todas as fases de nossa vida crista: “… ele vos guiará  a toda verdade.” (Jo 16.13).

3- A Verdade de Cristo Jesus.

“… Eu sou… a verdade…” (Jo 14.6b).

“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres.” (v.36).

A verdade de Cristo é a verdade que vem de Deus. A verdade que está em cristo conduz os homens à verdade de Deus. Ele é a verdade personificada de Deus. (Jo 1.14;14.6).

O Filho e sua verdade libertam-nos:

  • Da maldição da lei. (Gl 3.13).
  • Do receio da morte. (Hb 2.15; Rm 6.20-23).
  • Do pecado. (Rm 6.7,18,22; Gl 5.13).
  • Das forças de satanás. (Jo 8.44; 2Tm 2.26).
  • Do velho homem. (Rm 6.6-8; Ef 4.22-24).
  • Da escravidão dos homens. (1Co 9.19).
  • Faz parte da chamada divina. (Rm 8.21).

“… verdadeiramente, sereis livres.” (v.36b).

“Assim que, se alguém esta em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (2Co 5.17).

“Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito.” (Rm 8.1).

Resumo: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12.2).

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Texto Bíblico: Lucas 15.8

Introdução: A parábola da dracma perdida mostra a diligência de uma mulher que ao perder algo precioso foi à sua procura, sem hesitar. Quem conhece a parábola sabe que o requisito básico para que a dracma fosse encontrada foi o de acender a luz. Só encontramos o que perdemos quando acendemos a luz. O escuro dificulta o reconhecimento e a procura. O ato de varrer significa tirar a sujeira. A igreja é responsável por tirar toda sujeira com diligência, cautela e muita observância procurar o que foi perdido de valores com o passar do tempo.

Podemos Observar Três Elementos Que Se Destacam Nesta Parábola:

1- A Dracma.

A dracma grega era uma moeda de prata que tinha praticamente o mesmo valor do denário romano. O denário (e, por conseguinte, dracma) era reputado um bom salário por um dia de trabalho.

Uma dracma dupla é mencionada no trecho de Mateus 17.24, como o imposto anual por cabeça que todo homem judeu tinha de pagar ao tesouro do templo. Considerando-se a extrema pobreza em que viviam os habitantes da Palestina naquela época, essas dez dracmas provavelmente representavam as economias daquela mulher durante sua vida útil; e por isso mesmo a perda ao menos de uma única moeda, representava dez por cento desse total, o que significava um prejuízo sério.

O valor dessa moeda seria mais aumentado se fizesse parte de um ornamento para cabelos, exigindo que não se perdesse nenhuma peça, para que pudesse funcionar como tal. Esses ornamentos eram usados pelas mulheres casadas, como sucede naquelas regiões até o dia de hoje. Alguns têm sugerido que a preservação da unidade do ornamento podia ser reputada como símbolo da fidelidade da mulher ao seu marido. Essa interpretação é possível; mas é mais provável que o quadro vise unicamente a uma mulher pobre, cujas difíceis circunstâncias faziam com que a perda até mesmo de uma pequena moeda fosse motivo para tão grande constentação.

As mulheres palestinas recebiam dez moedas de prata como presente de casamento. Além do valor monetário estas moedas tinham um valor sentimental equivalente ao de um anel de casamento; assim perder uma dracma seria extremamente angustiante.

2- A Candeia.

Ela teve acender uma lâmpada porque as casas pequenas nas da Palestina, das classes mais humildes, usualmente não tinham janelas, e a única maneira da luz entrar no aposento era mediante a porta. Portanto foi necessário acender uma lâmpada a fim de possibilitar uma busca mais completa. O chão provavelmente era coberto de poeira; pelo que, joelhos e mãos no chão, rebuscando no meio da poeira, ela procurar a sua preciosa moeda perdida.

3- A Busca da Dracma Perdida.

Sua busca, no meio da poeira, foi bem-sucedida, e se regozijou por haver encontrado uma décima parte de tudo quanto possuía, tendo trabalhado diligentemente para economizar.

Qual o Valor Representativo das Dez Dracmas Para Você Hoje:

  • Um valor econômico – monetário,
  • Um valor sentimental – emocional,
  • Um valor ornamental – beleza natural,
  • Um valor simbólico – representativo,
  • Um valor espiritual – no que diz respeito a sua salvação, comunhão e dons espirituais.

Qual a Dracma Que Você Está Procurando:

1- A Dracma da Benção do Senhor. (Gn 32.26).

Jacó passa o vau de Jaboque e luta com um anjo. – “… Não te deixarei ir, se não me abençoares…”

2- A Dracma da Vitória. Sobre:

a) A Carne. (Gl 5.17). A está ligada a nossa própria natureza, que quando não é vencida se torna um poderoso gigante contra o Espírito. Como?:

  • Revestindo o Senhor Jesus Cristo. (Rm13. 14). “Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências.”
  • Revestindo do Poder de Deus. (Lc 24.49). “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.”
  • Andando segundo o Espírito. (Rm 8. 4,14). “… que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (v.4). “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, estes são filhos de Deus.” (v.14).

b) O Mundo. (1Jo 2.15). O mundo se apresenta como um gigante diante de nós. Como?:

  • Pela fé. (1Jo 5. 4,5). “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.”
  • Com bom ânimo, como Jesus. (Jo16. 33). “… no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”
  • Não se conformando com o mundo. Conselho de Paulo. (Rm 12.2).  “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
  • Não o amando. Exortação de João. (1Jo 2.15-17). “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne. A concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.”

c) E Satanás. Após sua queda (Is 14.12), Satanás tem se apresentado como um gigante para as pessoas, rugindo como leão. (1Pe 5.8). Como?:

  • Revestindo. (Ef 6.11). – “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.”
  • Resistindo. (Tg 4.7). “… resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”
  • Vigiando. (1Pe 5.8).  “Sede sóbrios e vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar.”
  • Com armas espirituais: Fé, Palavra e Oração. (Ef 6.11-18; 2Co 10. 4). “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo;”

“porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nas regiões celestiais.”

“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.”

“Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça,”

“e calçados os pés na preparação do evangelho da paz;”

“tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.”

“Porque as armas da nossa milícia não carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas.” (2Co 10.4).

Revestindo, vigiando e resistindo-lhe com Fé, Palavra e Oração você vencerá na vida.

3- A Dracma do Revestimento do Espírito Santo. (2Rs 2.1-14).

Elias seria elevado ao céu num carro de fogo.

“Elias disse a Eliseu: Fica-te aqui, porque o Senhor me enviou… Porém disse ele: Vive o Senhor, e vive a tua alma, que te não deixarei…”

a) A Betel. (v. 2). Hb. “Casa de Deus.”

  • Lugar da presença de Deus.
  • Lugar de adoração.

b) A Jericó. (v. 4). Hb. “Lugar de Fragrância ou “Cidade do Bálsamo.” Era chamada a cidade das palmeiras”. (Dt 34.3).

  • Lugar de renúncia.

c) Ao Jordão. (v. 6). Hb. “O que desce” ou “Descendo.” Naamã foi curado da lepra quando mergulhou sete vezes nas águas do Jordão – águas barrentas. (2Rs 5.10-14).

  • Lugar de humildade.
  • Lugar de purificação.

– “Elias disse: a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim.” (v. 9).

O Que é Preciso Fazer Para Encontrar a Dracma Perdida?:

1- Determinação.

2- Perseverança. Jamais a mulher encontraria a dracma perdida, se não houvesse esforço contínuo e perseverante.

3- Dependência. A mulher dependeu da vassoura (o lado humano, do nosso equipamento).  A maior dependência da mulher foi a “luz da candeia.” A luz da candeia é símbolo do Espírito Santo.

Resumo: “Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” (Ap 3.11).

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Texto Bíblico: Mateus 8.5-10

O Centurião de Cafarnaum

1- “Cafarnaum”. (Mc 1.21; Mt 4.13). Jesus fez dessa cidade o seu lar. Seu quartel-general, seu lar adotivo, após ter sido rejeitado de Nazaré. (Lc 4.16-31). O centro de suas atividades, durante o ministério na Galiléia. Atualmente se chama Tell Hum.

Ficava no extremo norte do lago (cidade à beira mar), em uma estrada para Damasco, na fronteira do território de Antipas, o que explica o posto de cobrança ou coletoria. (Mc 2.14). Era uma das mais importantes aldeias da Galiléia, sendo lugar apropriado para ali Jesus dar início ao seu ministério.

“Cafarnaum” significa “Vila de Naum”. Provavelmente o nome moderno, “Hum”, é lembrança de seu nome original. “Tell” significa “cômoro”.

2- “Centurião”. Era o comandante militar de uma centúria (companhia de cem homens), mas esse número pode ser maior. A presença de um centurião em Cafarnaum indica que aquela cidade era um posto militar importante do governo romano.

O historiador Políbio diz-nos que os centuriões eram famosos por serem excelentes homens, com freqüência os melhores elementos do exército romano. As divisões do exército romano eram: 1º Legiões; 2º Coorte; e 3º Centúrias. A legião consistia de dez coortes (também chamados bandos). E as coortes consistiam de seis centúrias. A centúria se compunha de cem homens.

Lucas 7.5,9 subentendem que o centurião – não era judeu, embora simpatizasse por Israel e sua fé religiosa.

Presume-se que ele era oficial do excército judaico de Herodes Antipas, e que suas associações com o povo religioso de Israel foram boas para ele. A fé religiosa sempre leva nossas mentes a dimensões maiores da vida.

3- “Criado”. No grego pode significar “filho” ou “escravo”, no uso popular. Talvez o centurião tivesse a afeição pessoal pelo criado, como às vezes sucedia. Lemos que em muitos casos os escravos não pertenciam às classes mais baixas, e que por muitas vezes eram médicos ou professores. Não era raro que um escravo fosse mais instruído e culto que seu Senhor.

4- “Paralítico”. Refere-se a alguma enfermidade dos nervos não sujeita à cura psicológica. Alguns sugerem que a doença talvez fosse tétano, febre reumática, epilepsia ou outra enfermidade grave.

Mas o Centurião, Buscou a Ajuda do Senhor.

“… dize somente uma palavra, e o meu criado sarará.” (Mt 8.8).

“Uma Palavra.” O centurião tinha notável confiança em Jesus.

O poder da Palavra de Deus:

  • Os mundos foram formados pela palavra de Deus. (Hb 11.3).
  • Deus falou e a luz apareceu. (Gn 1.3).
  • Enviou a sua palavra a os sarou. (Sl 107.20).
  • Sua palavra não pode retornar vazia. (Is 55.11).

Resumo: Certamente, uma cura pode ser produzida por uma simples palavra, contando que esteja escudada em uma vida espiritualmente poderosa.

Grandes obras têm sido feitas por sua palavra. Também temos sido espiritualmente curadas pela sua palavra, e esta basta para a cura física, igualmente.

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Texto Bíblico: Filipenses 4.19

Introdução: A palavra abundar, ou abundância, é traduzido de várias palavras do hebraico e do grego, que significam aumentar, ser pesado, transbordar, multiplicar, saciar, etc.

Paulo enfatiza o cuidado amoroso de Deus Pai pelos seus filhos. Ele suprirá todas as nossas necessidades (matérias e espirituais), à medida que as apresentar-mos diante dEle. Podemos confiar que Deus sempre atenderá as nossas necessidades. Ele sempre proverá tudo de que precisarmos na terra.

1- A Deus Pertence:

  • – “A terra e a sua plenitude, o mundo e os que nele habitam.” (Sl 24.1).
  • O ouro e a prata. (Ag 2.8).

“… Ele suprirá todas as vossas necessidades segundo a sua gloriosa riqueza em Cristo Jesus.” (Fl 4.19).

2- Em Deus Não há Crise:

  • Ele tem Abundância de Alegria. (Sl 16.11; Jó 41.22).
  • Ele tem Abundância de Paz. (Sl 72.7).
  • Ele tem Abundância de Pão. (Lc 15.17).
  • Ele tem Abundância de Vida. (Jo 10.10).
  • Ele tem Abundância de Gozo. (2Co 8.2).
  • Ele tem Abundância de Graça. (2Co 9.8).
  • Ele tem Abundância de Poder. (Ef 3.20).

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Texto Bíblico: Neemias 6.15,16

Neemias.

Era da tribo de Judá, e seu nome quer dizer aquele que Jeová conforta. Servia como copeiro (oficial do rei) na corte de Artaxerxes, da Péreia. (1.11).

Jerusalém.

Ela é mencionada pela primeira vez nas sagradas Escrituras em Josué 10.1. Todavia, já no livro de Gênesis, há uma referência (Gn 14.18) que a apresenta como a Salém de Melquisedeque. Este foi o mais antigo nome da capital de Israel, segundo a tradição judaica. Morada da paz! Eis o que significa Jerusalém na língua hebraica. Nas sagradas Escrituras, identificamo-la como:

  • Ariel. (Is 29.1).
  • Sião. (Sl 87.2).
  • Jebus. (Is 18.28; Jz 19.10).
  • Cidade de Davi. (2Sm 5.7; Is 22.9).
  • Cidade de Deus. (Sl 46.4; 87.3).
  • Cidade do Grande Rei. (Sl 48.2; Mt 5.35).
  • Cidade de Judá. (2Crô 25.28).
  • Cidade Santa. (Ne 11.1).
  • Cidade da Justiça. (Is 1.26).
  • Lareira de Deus. (Is 1.26).
  • Santo Monte. (Dn 9.16).
  • Perfeita Formosura. (Lm 2.15).

Os fatores de sucesso na reconstrução das muralhas em 52 dias:

  • Deus estava com seu povo. (2.20).
  • O coração de povo se inclinava para trabalhar. (4.6).
  • A fé de Neemias. (2.20).
  • A humildade de Neemias. (6.3).
  • A coragem de Neemias. (6.3).
  • A dedicação de Neemias. (6.3).
  • A decisão de Neemias. (6.3).
  • A dependência de Neemias. (6.9).

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Texto Bíblico: Gênesis 32.22-32

Introdução: O nome Jacó, que dava a entender um defraudador astucioso, agora foi mudado para “Israel,” que significa “aquele que luta com Deus.” Os seguidores de Cristo, às vezes são chamados o “Israel de Deus.” (Gl 6.16). – Isto é, aqueles que lutam com Deus.

Jacó, o homem à procura da benção:

1- Jacó no vale Jaboque.

Jacó deixa sua família, os servos e os animais. “Jacó, porém ficou só” (Gn 32.24) no vale Jaboque, que é um ribeiro que corre numa profunda fenda das montanhas de Gileade, em direção ao Jordão. Ali, sozinho, durante toda a noite ele lutou com um varão. “… Não te deixarei ir, se não me abençoares.” (Gn 32.26). Ele não queria perder aquela oportunidade, precisava de benção de Deus. 

Sozinho com Deus, para:

  • Ouvir a sua voz. (v.26; Ez 3.22).
  • Saber seu nome. (v. 29).
  • Ver sua face – glória. (v.30).
  • Receber sua benção. (v.28).

2- Jacó luta com Deus.

  • Toda aquela noite – Persistência, perseverança. (v.26).
  • Deus o deixou prevalecer. (v.28).
  • Porém feriu a coxa de Jacó. (v.25).
  • A partir daquele momento Jacó passava a depender não das suas tramas e força, mas da ajuda, orientação e benção de Deus.

Benção na desesperança.

O desesperado Jacó clamou: “… Não te deixarei ir, se não me abençoares.” (v.26) e o grito do desesperado pela benção transformou Jacó num novo homem, com um novo nome. (v.28). Ele de fato tinha “prevalecido,” pois essa é a maneira de agir do Deus infinito em misericórdia: ele não pode ser derrotado pela nossa força, mas sempre é vencido pelo nosso clamor. E, assim o Jacó sem esperança saiu mancando, agora como Israel, pois “tinha visto a face de Deus.”

3- Deus muda seu nome.

Jacó alcançou a sua benção: “… Não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel…” (v.28). Agora, não mais seria chamado como enganador ou suplantador, mas como “Campeão com Deus,” “Príncipe com Deus.” (2Co 5.17).

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