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Archive for janeiro \31\UTC 2010

Texto Bíblico: 2Reis 4.26

 Introdução: Diz Newell: “Coisas sombrias e coisas brilhante; coisas felizes e coisas tristes; coisas doces e coisas amargas; tempos de prosperidade e tempos de adversidade. A grande mulher, a sunamita, cujo filhinho estava morto em casa, respondeu à pergunta de Eliseu, “Vai bem com a criança?” Com… “Vai tudo bem.” Conforme dizia nosso amado irmão R. A. Torrey, sobre o trecho de Romanos 8.28: “Um travesseiro suave para um coração exausto.” As ações de ambos nesse incidente, de Eliseu e da sunamita, ilustram a importância da fé e da persistência.

A narrativa dessa sunamita rica contém três episódios-chaves:

1- A Benção. (vv.8-17).

As Sagradas Escrituras dizem:

“A benção do Senhor é que enriquece, e ele não acrescenta dores.” (Pv 10.22).

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo.” (Ef 1.3).

  • A nossa salvação. (Sl 68.19).

2- A Prova. (18-21).

As Sagradas Escrituras dizem:

“o crisol é para a prata, e o forno, para o ouro; mas o Senhor prova os corações.” (Pv 17.3).

“Sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.” (Tg 1.3).

“Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.” (Tg 1.12).

“Porque par mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.” (Rm 8.18).

  • O nosso crescimento espiritual.

3- Restauração. (vv.22-37).

O nosso Deus é aquele que restaura. Chamado reparador de brechas e restaurador de veredas. (Is 58.12).

  • O Senhor restitui a nossa saúde. (Jr 30.17).
  • O Senhor restitui a prosperidade perdida. (Jó 42.10).
  • O Senhor restitui a sorte do seu povo. (Sl 14.7).
  • O Senhor restitui a alegria da salvação. (Sl 51.12).
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Texto Bíblico: Juízes 6.11,12,14,34

Introdução: Durante 40 anos, Israel passou a desfrutar de um período de repouso; mas, conforme o ciclo vicioso típico da sua conduta, o povo caiu no pecado.

Desta vez, Deus permitiu que os midianitas nômades afligissem os israelitas. Durante cada safra os midianitas saqueavam a colheita plantada e colhida por Israel. Os israelitas passaram a esconder-se em grutas rochosas e em esconderijo nas montanhas.

O juiz escolhido por Deus para libertar Israel foi Gideão. Um dos notáveis juízes de Israel, filho de Joás, da família de Abiezer, da tribo de Manassés.

Gideão morava em Ofra, povoado evidentemente situado a oeste do Jordão. A divisão tribal a que pertencia era a mais insignificante de Manassés, e ele era “o menor da casa de seu pai.” (vv. 11,15).

Gideão é descrito como um homem tímido e humilde, o qual Deus usou poderosamente devido às suas virtudes:

1- Gideão Varão de Valor.

O Senhor o chama de valoroso – A maneira como o Senhor se dirige a Gideão é algo glorioso: “Então o anjo do Senhor lhe apareceu, e lhe disse: O Senhor é contigo, varão valoroso”. (v. 12). Deus estava valorizando a trabalho que Gideão estava fazendo, e reconhecendo seu esforço para salvar o trigo dos midianitas. Naquele momento de crise, ele era o mais valoroso em Israel.

O Nosso Valor.

O valor do ser humano pode ser inferido do preço pago para resgatar o homem (Jo 3.16; 1Co 6.20). Deus, o Filho, através de quem os mundos foram criados, tornou-se carne e morreu pelos pecados da humanidade. O fato de Ele ter derramado seu sangue e morrido por nós de livre e espontânea vontade não revela apenas o valor de ser humano, mas também a importância da salvação.

  • Fomos comprados por bom preço. (1Co 6.20; 7.23).
  • Fomos resgatados pelo sangue de Cristo. (1Pe 1.18,19).
  • O nosso corpo pertence a Deus. (At 20.28b; 1Co 6.20b).
  • O nosso corpo deve ser dedicado ao serviço e a glória do Senhor Jesus.

Ainda hoje o Senhor reconhece o nosso trabalho e nosso valor e diz: Você é especial! Você tem valor! Você é importante para Deus!

2- Gideão Varão de Força.

O Senhor comissiona Gideão – “Então o Senhor olhou para ele, e disse: Vai nesta tua força e livrarás a Israel da mão dos midianitas…” (v. 14). Mesmo diante de tão grande convite, Gideão ainda retruca, dizendo: “… com que livrarei a Israel?…” (v. 15). Ele achava-se o menor, mas a Bíblia diz que todos aqueles que se humilharem serão exaltados. (Lc 14.11; Tg 4.10; 1Pe 5.6).

“Eu estou contigo”, disse Deus a Gideão, e prometeu dar-lhe força necessária para que pudesse vencer o inimigo. Assim como Gideão, fomos chamados para servir a Deus em áreas específicas.

A Nossa Força.

Ninguém é suficientemente competente para desempenhar as responsabilidades do chamado de Deus por sua própria força. Sem a habilitação do Espírito Santo, nosso talento (força) natural pode levar somente até certo ponto. Como testemunhas de Cristo, precisamos do caráter e da força especial que somente Deus pode dar.  A Escritura Sagrada  diz:

A nossa força vem do Senhor. (2Co 3.5b). O apóstolo Paulo disse: “Tudo posso naquele que me fortalece.” (Fl 4.13). Por quê?: “… quando estou fraco, então, sou forte.” (2Co 12.10c).

“… a alegria do Senhor é a vossa força”. (Ne 8.10b).

“… sois fortes…” (1Jo 2.14b).

– Os heróis da fé: “… da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga exércitos inimigo.” (Hb 11.34).

Quando os obstáculos vierem, devemos depender de Deus. Somente seu poder nos fará eficientes para Ele e nos ajudará a realizar trabalhos de valor duradouro. O poder que recebemos em nossa união com Cristo será suficiente para fazermos a sua vontade e enfrentarmos os desafios que surgirem devido ao nosso compromisso. Ao lutar pela fé, enfrentaremos dificuldades, pressões e provações. Quando estas chegarem, peça Cristo para fortalecê-lo.

3- Gideão Varão de Poder.

Deus revestiu Gideão de seu Espírito – “Então o Espírito do Senhor revestiu a Gideão…” (v. 34).

O verbo “revestir” significa literalmente “vestir-se de.” O Espírito de Deus revestiu Gideão a fim de capacitá-lo para servir ao povo de Deus, e Gideão saiu no poder do Espírito.

O Nosso Poder.

Nenhum de nós pode fazer coisa alguma na obra de Deus sem o revestimento espiritual, Paulo nos ensina: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.” (Ef 6.10).

  • É a promessa do Pai. (Lc 24.49).
  • Foi dado por Jesus. (Mt 10.1).
  • É presença do Espírito Santo sobre nossas vidas. (At 1.8).
  • Está no Senhor. (Ef 6.10).

Resumo: Todos quantos são de Cristo têm o poder (as virtudes) de Deus em suas vidas para avançar e prosseguir em sua jornada espiritual. E tem o direito e a ousadia em dizer: “… somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.” (Rm 8.37b).

 

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Texto Bíblico: Isaías 6.8

Introdução: Missionário é a pessoa encarregada de pregar a fé. Fazer missões.

1- Missionário que tem Convicção:

  • Que é escolhido por Deus. (At 9.15).
  • Que é uma grande responsabilidade. (Mt 28.9,20; 2Tm 4.2).
  • Que a capacidade vem de Deus. (2Co 3.5; Jo15.3).
  • Que é uma urgência. (Mt 24.14).

2- Missionário que tem Coragem:

  • Para aceitar os desafios.
  • Para viver no centro da vontade de Deus.
  • Para sofrer com perseverança pelo Evangelho.
  • Para trabalhar com a verdade.
  • Para desafiar o mundo a seguir à Cristo. (1Rs 18.21).

3- Missionário que tem Disposição:

  • Para ouvir a voz de Deus. (1Sm 3.10; Ez 2.1,2).
  • Para obedecer à voz de Deus. (v.8; At 9.6).
  • Para fazer a obra de Deus. (v.8; Mt 28.19,20; Mc16.15,16).

Resumo: “Esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra tem uma recompensa.” (2Crô 15.7).

– “… sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” (1Co15. 58).

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Textos Bíblicos: Levítico 6.12,13; Provérbios 26.20a

Introdução: O fogo de Deus está presente hoje na vida de cada crente. Ele acende a chama quando o Espírito Santo passa a habitar em nós, e zela tanto por isto que crescemos em graça enquanto andamos com ele. Portanto, “o fogo pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará…” (Lv 6.12ª). 

Como Manter o Altar em Chamas?:

Não Apagando o Espírito.

 Você já estudou que o fogo é mui adequado símbolo do Espírito Santo. (Mt 3.11; At 2.3; Ap 4.5).

Paulo adverte: “Não apagueis o Espírito.” (1Tss 5.19).

“… apagueis…” no original grego temos o verbo shennumi, que significa “extinguir”, “apagar”, e que figuradamente significa “suprimir”. Era verbo usado para dar a idéia de “apagar fogo”, ou “ressecar coisas molhadas” para se tornarem secas. Também transmitia a idéia de tornar “inativas” muitas coisas. 

Parece que a Igreja em Tessalonicenses era culposa de proceder de modo francamente oposto à igreja de Corinto. Os corintios eram tendentes a excessos, a respeito das manifestações do Espírito. Os cristãos em Tessalônica, estavam em perigo de sufocar toda operação do Espírito.

Portanto, precisamos dar lugar às operações do Espírito de Deus, como também uma vida pura e limpa, pois ele não pode operar através de um vaso sujo e comprometido.

O Espírito Santo, como fogo pode apagar-se por um motivo:

Falta de Combustível.

Um fogo pode apagar-se simplesmente mediante a remoção do combustível, ou por falta de lenha. Desde o Antigo Testamento, a ordem de Deus era “o fogo pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará, mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã…” (Lv 6.12).

A lenha é o elemento usado para manter o fogo do altar aceso, a lenha pode manter a chama do fogo acesa por um período longo e constante. Para que o fogo do altar permaneça aceso é necessário colocar lenha todo dia.

Qual lenha que deve ser posta no fogo? Figuradamente três tipos de lenha:

1- A nossa Oração.

A lenha a ser posta no fogo é a nossa oração. “O combustível do crente.” A oração na vida do crente, não é questão de escolha ou opção, é uma questão de necessidade e sobrevivência espiritual. As Sagradas Escrituras dizem:

“… sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer.” (Lc 18.1).

“… perseverai na oração.” (Rm 12.12b).

“Perseverai em oração…” (Cl 4.2).

“Orai sem cessar.” (1Tss 5.17).

Quando perseveramos em oração – “o fogo pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará…” (Lv 6.12ª). 

Hei, mantenha a chama acesa! Lembre-se: “Sem lenha, o fogo se apagará…” (Pv 26.20ª).

2- A Palavra de Deus.

A Palavra é o elemento principal para que o fogo permaneça aceso no altar da Igreja. Meditando e praticando a Palavra de Deus todos os dias estamos colocando lenha na fogueira do altar e assim não deixando sua chama apagar. 

A Palavra é Poderosa e Inflama:

  • O Senhor disse. (Jr 23.29).

“Não é a minha palavra como fogo?…”

  • Os dois discípulos no caminho de Emaús. (Lc 24.32).

“E disseram um para o outro: Porventura, não nos ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava e quando nos abria as Escrituras?”  

 3- A nossa Consagração. (Lv 6.18).

Pela própria experiência muitas pessoas sabem que lenha encharcada ao invés de alimentar o fogo, o apaga. Mesmo com o cuidado persistente da pessoa interessada, poderá haver apenas muita fumaça e ao cessar dos assopros, pode pagar-se. Vidas não consagradas são “lenhas encharcadas”, que resistem ao fogo do Espírito Santo.

  • Esta é a vontade de Deus. (1Tss 4.3).     

“Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação…”

  • É a razão da nossa chamada. (1Tss 4.7). 

“porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santificação.”

  • É a condição essencial para ver o Senhor. (Hb 12.14). 

“… sem a santificação, ninguém verá o Senhor.”

  • É a condição essencial para ter Comunhão com Deus. (Lv 19.2).

“… Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo.”

  • É a condição essencial para manter o altar em chamas. (Lv 6.12).

– “o fogo pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará, mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã…”

Resumo: Quando o Espírito não encontra o combustível da Oração, da Palavra da Consagração para operar, o fogo então se apaga sem demora. A Sagrada Escritura diz: “Sem lenha o fogo se apagará…” (Pv 26.20a).

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Texto Bíblico: 2Reis 5.1,9-14

Introdução: A porta para a cura de Naamã foi aberta por uma serva que sugeriu que Naamã consultasse o profeta Eliseu. O profeta ordenou Naamã a mergulhar sete vezes no rio Jordão, e ele não gostou muito da idéia. O seu orgulho oculto e arrogante veio à superfície e a sua obediência e submissão abriram o caminho para a cura. E podemos observar três elementos que se destacam nesta passagem:

1- Naamã.  Naamã, hb. “Agradável.” Comandante do exército da Síria:

  • Rico, bem sucedido e conceituado diante do rei. (v. 1a).
  • Foi um vitorioso comandante do exército da Síria. (v. 1b).
  • Um homem valoroso. (v. 1c).
  • Porém leproso. (v. 1d).

Lepra – símbolo, retrato do pecado por ser: 1- Repugnante; 2- Contagiosa; 3- Incurável. No começo é apenas uma pequena mancha. (v. 1). Contamina o homem. É contagiosa. É incurável. A conseqüência é exclusão. Leva à morte. Mas Jesus, e somente Ele, pode curá-la. A Escritura Sagrada diz:

“E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue, e sem derramamento de sangue não há remissão.” (Hb 9.22).

“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” (1Jo 1.7).

2- Eliseu. Eliseu, hb. “Deus é salvação.” Homem de Deus. (v. 8).

“… Veio, pois, Naamã com os seus cavalos e com o seu carro e parou à porta   da casa de Eliseu. Então, Eliseu lhe mandou um mensageiro, dizendo: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne te tornará, e ficarás purificado.” (vv. 9,10).

3- Jordão. Jordão, hb. “O que desce” ou “Descendo.” Rio da Palestina e o mais famoso do mundo. A sua fama não é devido ao seu comprimento, nem de ser uma via comercial; tem um curso de apenas 260 km, e nunca levou nas suas águas uma embarcação comercial. No seu curso encontram-se vinte e sete cachoeiras, e muitas vezes transbordam as suas águas. O Jordão é o único rio que se acha abaixo do nível do mar. Não é notável como o Nilo, pelas inundações que regam e fertilizam uma região que de outra forma seria um deserto; nunca se utilizaram as águas do Jordão para irrigação. Nem é conhecido, como outros rios, pelas grandes cidades situadas nas suas margens; nunca foi construída cidade nem vila e nem casa nas ribanceiras, por causa da grande força das águas e o costume de transbordar.

A fama do Jordão é devido:

1- A seus característicos físicos.

2- Aos eventos históricos que ocorreram neste rio. Como por exemplo:

  • A escolha de Ló; “a campina do Jordão,” era “como Jardim do Senhor”. (Gn 13.10,11).
  • Jacó o atravessou quando possuía apenas “um cajado”. “À volta o atravessou com toda a sua casa que consistia de dois bandos.” (Gn 32.10).
  • Gideão o passou com os trezentos homens. (Jz 8.4).
  • Davi, perseguido por Absalão, o passou. (2Sm 10.17; 17.22).
  • Mas a passagem mais espetacular foi da nação de Israel, no tempo de sega, quando as águas transbordavam todas as ribanceiras. (Js 3.15; Sl 114.3).
  • Elias dividiu, milagrosamente, as águas deste rio e passou em seco. (2Rs 2.8).
  • Eliseu as dividiu novamente. (2Rs 2.14).
  • Jordão Naamã foi curado da lepra quando mergulhou sete vezes nas águas do. (2Rs 5.14).
  • O lugar que o rio Jordão ocupa na mente do povo de Deus. O rio Jordão ocupa lugar importantíssimo na mente do povo de Deus:
    • O Egito é o tipo do mundo com seus vícios e escravidão,
    • O mar vermelho prefigura a nossa libertação,
    • O deserto é tipo de nossa peregrinação neste mundo,
    • Como Israel atravessou o rio Jordão, quando parecia impossível, para a terra de Canaã, assim atravessaram os crentes o Jordão da morte para a Canaã celestial.

Lava-te:

1- Jordão demonstração de humildade:

  • Para aceitar a misericórdia de Deus,
  • Para obedecer à ordem de Deus,
  • Para receber a benção de Deus.

2- Jordão lugar de libertação. (Js 3.15; Sl 114.3).

3- Jordão lugar de purificação. (vv.13,14). “… lava-te e ficarás purificado.”

O triplo milagre na vida de Naamã:

  • Ele foi curado da sua lepra. (v.14).
  • Teve seus pecados perdoados. (v.18).
  • Foi em paz. (v.19).

Devemos entender e crer que a maneira de Deus agir é melhor do que a nossa. Por que:

  • Os caminhos do Senhor são melhores,
  • Ele quer nossa obediência mais do que qualquer coisa,
  • Ele pode usar qualquer coisa para cumprir seus propósitos.

Resumo: “… lava-te… e ficarás purificado.” (v.10).

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Texto Bíblico: Êxodo 14.13,14

Introdução: Deus prometeu aos israelitas que ia lutar por eles, mas eles tinham a obrigação de avançar, pela fé, em direção ao mar (v.15). Deus luta em prol dos seus, á medida que estes andam pela fé e em obediência á sua Palavra. (Êx 15.3; Ne 4.20; Sl 35.1).

Quatro Verdades Bíblicas:

1- Do Senhor é a guerra. (1Sm 17.47).

2- A peleja não é vossa. (2Crô 20.15).

3- O Senhor é varão de guerra. (Êx 15.3).

4- O Senhor pelejará por vós. (v.14).

Quatro Requisitos Para o Povo de Deus:

1- Um povo interessado. (Êx 14.15).

2- Um povo corajoso. (2Crô 32.7).

3- Um povo santificado. (Js 3.50).

4- Um povo preparado. (2Crô 20.17).

Quatro Privilégios Para o Povo de Deus:

1- “… mais são os que estão conosco do que os que estão com eles.” (2Rs 6.16).

2- “Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras…” (2Crô
32.8).

3- “… maior é o que está em vós do que o que está no mundo.” (1Jo 4.4).

4- “… Se Deus é por nós quem será contra nós?” (Rm 8.31).

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Texto Bíblico: 2Crônicas 33.1-17

 Introdução: Depois do reinado de Ezequias, Manassés assume o trono com doze anos de idade como o décimo quarto governante de Judá e cinqüenta e cinco anos reinou em Jerusalém. (v.1). Dos vinte governantes da história de judá, Manassés foi o pior. Sua vida foi uma coleção de iniqüidades. E foi chamado o pior idólatra dos hebreus. (2Rs 21.11).

1- O Pecado de Manassés.

  • “Fez o que era mal aos olhos do Senhor…” (v.2).
  • Mandou construir altares pagãos nos altos de Israel. (v.3).
  • Profanou o Templo de Deus. (v.4).
  • Participou de toda sorte de espiritismo e feitiçaria, consultando medius. (v.6).
  • Sacrificou seus filhos no fogo. (v.6).

Manassés pecou de maneira tão fragrante que Deus disse que ele era pior que os primitivos habitantes de Canaã: “… fazendo pior que tudo que fizeram os amorreus antes dele…” (2Rs 21.11).

2- O Cativeiro de Manassés. (v10).

Deus não abriu mão de Manassés. Finalmente, como juízo sobre ele, Deus permitiu que a Assíria invadisse novamente Judá. “Pelo que o Senhor trouxe sobre eles os comandantes do exército do rei da Assíria, os quais prenderam a Manassés, colocaram um gancho no seu nariz, amarraram-no com cadeias de bronze e o levaram para Babilônia.” (v.11).

  • Aonde perdeu suas riquezas,
  • Sua posição social,
  • e Sua vaidade.

3- O Arrependimento de Manassés.

Manassés nos lembra o filho pródigo do Novo Testamento. Desfalecendo no cárcere assírio, deu-se conta da sua situação e clamou a Deus pedindo misericórdia e perdão.

O Senhor ouviu seu clamor e o reconduziu a Jerusalém, para o seu reino. “Então conheceu Manassés que o Senhor era Deus.” (vv.12,13).

  • Humilhou-se perante o Deus de seus pais. (v12).
  • Purificou à casa do Senhor. (v.15).
  • Consertou o altar do Senhor. (v.16).
  • e Adorou tão somente ao Senhor. (vv.16,17).

4- A vitória de Manassés.

  • Recebeu o perdão do Senhor. (v.19).
  • e Ordenou que Judá se voltasse ao Senhor. (v.17).

Resumo: O relato e Crônicas indica a profundidade da graça de Deus, ao perdoar um homem tão ímpio como Manassés, quando se arrependeu sinceramente de seus pecados.

A Sagrada Escritura diz: “Veio, porém a lei para que a ofensa abundasse; mas onde o pecado abundou, superabundou a graça.” (Rm 5.20).

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