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Archive for the ‘Missões’ Category

Texto Bíblico: Jonas 4.1-11

Introdução: A palavra de Deus fora claramente confiada a Jonas. Sua chamada não poderia ter sido mais clara. Porém, o profeta resolveu não ir a Nínive, mas fugir para Társis (na Espanha). (Jn 1.2,3). Com isso ele tentava algo impossível: escapar da presença do Senhor. Ao verificar a geografia da região (mapa), vemos que as duas cidades estão em direções opostas. À medida que ele procurava aproximar-se ou chegar a Társis, mais longe ficava do local da sua missão predita. O resultado foi que não conseguiu fugir da presença de Deus.

Em conseqüência dessa primeira atitude podemos observar as quatro falhas no Ministério de Jonas. Vejamos:

1- A Desobediência de Jonas. (1.3).

Deus concedeu um propósito a Jonas – pregar para Nínive, a capital da Asssíria, poder mundial e o país mais temido e odiado pelo povo de Deus. Era uma cidade poderosa e perversa. Jonas odiava os assírios e temia suas atrocidades. Seu ódio era tão forte que não desejava que recebessem o perdão de Deus. Na verdade temia que aquele povo se arrependesse. (Jn 4.2,3). Por esta razão, respondeu com indiferença e desobediência ao propósito de Deus. Talvez, não sabendo ele que a desobediência é a conseqüência e a causa de todos os males.

Qual Foi a Desobediência de Jonas:

  • Quando fugiu da vontade de Deus.
  • Quando fugiu da presença de Deus. (Sl 139.7,8).
  • Quando fugiu de sua missão.

Consequências da Desobediência:

  • Deus enviou uma grande tempestade. (1.4).
  • Deus enviou um grande peixe para que tragasse a Jonas. (1.7). Instrumento de Castigo: “… e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe.” (1.17).

2- A Negligência de Jonas. (1.5,6; 2.1).

Em meio à forte tempestade, Jonas dormia profundamente no porão do navio, talvez por causa do cansaço, exaustão e pressão. Isto nos mostra a condição espiritual do profeta, que ao invés de estar buscando a Deus em favor dos marinheiros que estavam prestes a ir a pique, preocupava-se apenas consigo mesmo. Mesmo diante da aparentemente situação os atos de Jonas não incomodavam sua consciência. A negligência é a omissão de cuidado; descuido, incúria, desmazelo, menoscabo, desatenção.

  •  Na oração.

Enquanto deveria estar orando estava dormindo. Talvez Estivesse Dormindo Como:

  • Sansão, o sono da carnalidade. (Jz 16.19).
  • Elias, o sono do desânimo. (1Rs 19.5).
  • Os discípulos, o sono da negligência. (Mc 14.37-42).
  • Lázaro, o sono da morte. (Jo 11.11).

Qual o Sono Está Dormindo? As Escrituras Sagradas  dizem:

- “Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios.” (1Tss 5.6).

- “Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te dentro os mortos, e Cristo te     esclarecerá.” (Ef 5.14).

- “… que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé.” (Rm 13.11).

3- A Covardia de Jonas. (4.1-3).

Jonas se irou quando Deus poupou Nínive. Porque não queria que seus habitantes fossem perdoados, e sim que fossem destruídos. Jonas pensou que Deus não concederia gratuitamente a salvação a uma nação pagã pecadora. Em seguida, desejou morrer porque essa destruição não mais aconteceria. Como se esqueceu tão rapidamente da misericórdia que recebera de Deus quando estava dentro do peixe! (Jn 2.9,10). Ele ficou muito feliz quando Deus o salvou, mas irou-se quando Nínive foi salva.

  • Quando pensou que Deus tinha esquecido dele. (Is 49.15,16).
  • Com sua atitude egoísta de pensar só em si próprio.
  • Quando pediu para Deus tirar a vida. (4.3).

4- O Exclusivismo de Jonas. (4.6-11).

Jonas ficou irado pela planta que pereceu, mas não pelo que aconteceria a Nínive. Jonas não se queixou da misericórdia de Deus para com ele, ao salvá-lo do peixe. Ele sabia que Deus era “um Deus clemente e misericordioso, tardio em irar-se e de grande beneficência” (v.2), porém ele, pobre criatura, não podia concordar com Deus nisso. Queria ver a grande cidade incendiada.

O incidente da aboboreira servia para ensinar ao profeta a loucura e o egoísmo da sua atitude. Ele podia lastimar a falta da aboboreira porque desfrutou da sua sombra, mas estava bem disposto a ver uma grande cidade varrida com a destruição.

O exclusivista é aquele que tudo sacrifica ao seu próprio proveito; que tem como centro do mundo; que só pensa no seu próprio interesse. É a qualidade daquele que se acha dominado e envolvido pelo próprio eu. O exclusivismo é o contrário ao espírito missionário. A mensagem de Jonas é que Deus é o Deus não apenas dos judeus, mas também dos gentios.

  • Ele queria que Deus destruísse e castigasse os ninivitas. (4.2).
  • Ele queria que Deus não tivesse misericórdia dos ninivitas. (4.2,3).
  • Ele se preocupava mais consigo próprio e seu conforto do que com as almas da grande capital da Assíria.
  • Ele soube pregar com unção, mas não aprendeu que também é vital ter compaixão.
  • Ele tinha esquecido que o Senhor é um Pai cheio de ternura e misericórdia. (4.2).

Resumo: Jonas deveria estar feliz pelo grande avivamento, e a obra que Deus tinha feito com os ninivitas.

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Texto Bíblico: João 8.3-11

Introdução: Diversas lendas circulam a identificação e a história subseqüente informação de que o nome dela era Susana e que era esposa de certo Manasses, de Jerusalém.

Nas outras tradições asseveram que ela tornou uma santa de Deus na Espanha, até onde serviu o apóstolo Tiago; tais histórias, com toda probabilidade, são lendárias.           

1- Uma mulher que foi pega no próprio ato de adultério:

  • Na hora errada,
  • No lugar errado,
  • Fazendo a coisa errada. 

2- A situação daquela mulher:

  • Em pecado – fragrante. (v.3; Is 59.2).
  • Acusada – réu. (v.4; Ap 12.10).
  • Condenada – veredicto. (vv.5,11; Lv 20.10; Dt 22.22-24; Jo10. 10).
  • Em vergonha e desespero total.

Não importa a tua situação (posição) em que você se encontra. As Sagradas Escrituras dizem:

- “vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mt 11.28).

- “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” (Lc 19.10).

- “Tudo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.” (Jo 6.37).

 3- Eles os acusadores a levaram a Jesus:

  • Na hora certa. (v.3),
  • No lugar certo. (v.3).
  • Ao Homem certo. (v.4).
  • e Ela ouviu a palavra certa. (v.11).

4- Jesus é aquele que:

  • Te aceita. (Mt 11.28; Jo 6.37).
  • Te Perdoa. (v.11; Lc 7.48,49).
  • Te Liberta. (Jo 8.36).
  • Te Alegra. (Sl 16.11; Jó 41.22).
  • Te dá Vitória. (Pv 21.31; 1Co 15.57; 2Co 2.14).
  • Te Leva Para o Céu. (Jo 14.3,6).

5- Eles os acusadores consideravam-se perfeitos e acuzavam aquela mulher. (vv.4,5).

  • Jesus é perfeito e não condenou aquela mulher. (v.11). 

- “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” (Jo 3.17). 

6- A Lei de Moisés condenava aquela mulher à morte através do apedrejamento. (v.5).

Jesus não te condena, mas te chama. (Mt 11.28).

  • Para o arrependimento. (Mt 4.17).
  • Para salvação. (Lc 19.10).
  • Para que tenha direito as mansões celestiais. (Jo 14.2,3,6).
  • Para a vitória. (Pv 21.31; 1Co 15.57; 2Co 2.14).

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Texto Bíblico: Lucas 3.4-6 

1- Quem era João Batista:

  • O Elias do N.T. (2Rs 1.8; Lc 1.17).
  • O precursor de Jesus. (Mc 1.2).
  • Um nazireu de Deus. (Lc 1.15).
  • Um homem cheio do Espírito Santo. (Lc 1.15,16).
  • A voz do que clama no deserto. (Mt 3.3).

2- O perfil de João Batista:

  • Um homem simples. (Mt 3.4; Mc 1.6).
  • Um homem humilde. (Jo 3.30).
  • Um homem de oposição. (Mc 6.8).
  • Um homem de autoridade. (Lc 3.78).
  • Um homem que reconheceu a sua missão. (Jo 3.30).

3- A missão (ministério) de João Batista:

  • Pregar as boas novas a respeito de Jesus. (Jo 1.29-34).
  • Pregar as boas novas do arrependimento. (Mc 3.2).
  • Chamar os judeus a conversão. (Mt 3.8). “Produzir fruto de Justiça”

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Texto Bíblico: Jonas 1.1-3; 3.1-5

Jonas no hb. Significa: “Pomba” – “Portador da Paz.” Ele, conforme 2 Rs 14.25, era da aldeia de Gate-Hefer, situada perto de Nazaré. O livro é de autoria do próprio profeta. Foi escrito, aproximadamente, no ano780 a.C., no fim de sua carreira. Foi contemporâneo de Amós e Oséias. Seu livro foi escrito uns 60 anos antes da tomada do Reino do Norte (Israel) pelos assírios. Ainda que tendo sido um arauto do Senhor, considerando um profeta de Israel, na sua missão, Jonas é mais, um evangelista. Tendo esse duplo ofício, um dia proclamou o juízo divino contra os cidadãos de Nínive. Vemos no decorrer do seu livro, o tema: “a misericórdia de Deus.”

1- Jonas missionário enviado ao campo estrangeiro.

A Nínive. (hb. “Lugar do peixe”). Era a maior cidade da sua época. A sua população era calculada em 600,000 habitantes. Era a capital do império da Assíria. Para atravessá-la levava-se três dias. (v.3). Sua muralha interna tinha 13 km de circunferência. Uma outra muralha externa tinha 96,5 km. A altura delas era 30,5 mt e incluía 150 torres de 61 mt. A largura dos muros era tal que várias carruagens lado a lado, podiam rodar por cima deles. Era não somente grande, mas poderosa. A própria Bíblia diz: “… Ora Nínive era mui importante diante de Deus.” (3.3).

A razão da misericórdia de Deus por Nínive.

Na cidade havia 120.000 que não sabiam a diferença entre a mão direita, e a esquerda, e um representativo da cidade, sendo o das crianças na faixa de 1-4 anos aproximadamente e, portanto uma quinta parte da população. (4.1).   Havia também nela milhares de vidas saturadas pelo mal, carentes de salvação.

Para o crente não é diferente, pois tem uma missão.

Porque a Bíblia diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tem a vida eterna.” (Jô 3.16).

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” (Mc 16.15,16).

2- Jonas missionário relutante. (1.1-3).

Fugindo da presença de Deus; indo para Társis (na Espanha), a uma distância de aproximadamente 4.000 km de Israel. Era, portanto, um dos lugares mais remotos em relação à terra santa, em direção oposta a Nínive. À medida que ele procurava aproximar-se ou chegar a Társis, mais longe ficava do local da sua missão predita.

Jonas foge:

  • Foge de Deus.
  • Foge da vontade de Deus.
  • Foge da sua missão.

O salmista Davi disse: “… Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, tu estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também…” (Sl 139.7,8).

O resultado foi que não conseguiu fugir da presença de Deus.

3- Jonas missionário surpreendido por Deus. (1.4-17).

  • Com uma grande tempestade. (v.4).
  • Com um grande peixe. (v.17).
  • E foi castigado por Deus. (v.17).

“… e esteve Jonas por três dias e três noites nas entranhas do peixe.” (v.17).

4- Jonas orou ao Senhor de dentro da barriga daquele grande peixe – arrependimento. (2.1-10).

  • Ele lembrou que Deus é misericordioso. (4.2; Sl 136.1vv; Lm 3.22).
  • Deus não resiste à oração do servo arrependido. (v.10).
  • Deus lhe deu outra oportunidade. (3.1,2).

O peixe vomitou o profeta certamente no litoral palestino. Pela segunda vez veio a Palavra do Senhor a ele. (Jonas foi mais feliz do que outros que só receberam uma chamada.) Desta vez, ele levantou-se e seguiu na direção certa.

5-  Jonas obedece à voz de Deus e vai a Nínive.

“… e pregava e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida.” (3.4).

  • Os ninivitas ouviram a palavra de Jonas. (3.5).
  • Eles creram e temeram a Deus. (3.5).
  • Humilharam-se perante a Deus. (3.5,6).
  • Clamaram fortemente a Deus. (3.8).
  • Converteram-se a Deus. (3.8,9).
  • E Deus perdoou os ninivitas. (3.10).

A Escritura Sagrada diz:

- “Viu deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não fez.” (3.10).

- “… pela graça sois salvos…” (Ef 2.5).

- “… Porque a sua misericórdia dura para sempre…” (Sl 136.1vv).

Vemos aqui o maior avivamento registrado na Bíblia! A maior e mais poderosa cidade daquele tempo, submetendo-se humildemente ao único e verdadeiro Deus! A mensagem de um servo do Senhor abalou e mudou uma população inteira. Arrependimento sincero dominou o comércio, as escolas, os templos, os palácios, as casas, enfim, tudo. Foram sacudidos até os alicerces, movidos pelo arrependimento. A transformação foi total e atingiu a todos.

A causa principal deste impacto espiritual em Nínive, foi o poder convencedor do Espírito Santo, junt0 à receptividade positiva dos corações arrependidos e voltados para Deus.

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Texto Bíblico: Isaías 6.8

Introdução: Missionário é a pessoa encarregada de pregar a fé. Fazer missões.

1- Missionário que tem Convicção:

  • Que é escolhido por Deus. (At 9.15).
  • Que é uma grande responsabilidade. (Mt 28.9,20; 2Tm 4.2).
  • Que a capacidade vem de Deus. (2Co 3.5; Jo15.3).
  • Que é uma urgência. (Mt 24.14).

2- Missionário que tem Coragem:

  • Para aceitar os desafios.
  • Para viver no centro da vontade de Deus.
  • Para sofrer com perseverança pelo Evangelho.
  • Para trabalhar com a verdade.
  • Para desafiar o mundo a seguir à Cristo. (1Rs 18.21).

3- Missionário que tem Disposição:

  • Para ouvir a voz de Deus. (1Sm 3.10; Ez 2.1,2).
  • Para obedecer à voz de Deus. (v.8; At 9.6).
  • Para fazer a obra de Deus. (v.8; Mt 28.19,20; Mc16.15,16).

Resumo: “Esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra tem uma recompensa.” (2Crô 15.7).

- “… sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” (1Co15. 58).

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Textos Bíblicos: Levítico 6.12ª, 13; Provérbios 26.20a

Introdução: O fogo de Deus está presente hoje na vida de cada crente. Ele acende a chama quando o Espírito Santo passa a habitar em nós, e zela tanto por isto que crescemos em graça enquanto andamos com ele.

Um fogo pode apagar-se simplesmente mediante a remoção do combustível, ou por falta de lenha. Desde o Antigo Testamento, a ordem de Deus era “O fogo pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará, mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã…” (Lv 6.12a).

Devemos Manter o Fogo Aceso em Nossas Vidas. Como?

1- Com o Combustível da Oração. (Pv 26.20a).

O combustível a ser colocado no fogo é lenha da nossa oração. A oração na vida do crente, não é questão de escolha ou opção, é uma questão de necessidade e sobrevivência espiritual.

A Escritura Sagrada  diz:

- “… sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer.” (Lc 18.1).

- “… perseverai na oração.” (Rm 12.12b).

- “Perseverai em oração…” (Cl 4.2).

- “Orai sem cessar.” (1Tss 5.17).

Quando perseveramos em oração – “O fogo pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará…” (Lv 6.12ª).

Hei, mantenha a chama acesa! Lembre-se: “Sem lenha, o fogo se apagará…” (Pv 26.20ª).

2- Com o Combustível do Espírito Santo. (1Tss 5.19; Ef 5.18b).

 Portanto só fazemos prejudicar a nós mesmos e atrair derrota sobre as nossas vidas, quando apagamos as chamadas de atuação do Espírito de Deus. A vinda e a atuação do Espírito com freqüência são relacionadas à idéia simbólica de “fogo”.

A Escritura Sagrada  diz:

- “E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; não sou digno de levar as suas sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.” (Mt 3.11).

- “E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.” (At 2.3).

- “E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete Espíritos de Deus.” (Ap 4.5).

- “Por este motivo, te lembro que despertes o dom de Deus, que há em ti…” (2Tm 1.6ª).

Sim: “… atiça em chamas o dom de Deus que há em ti”. Portanto, não apaguemos e nem abafemos o fogo sagrado. “… Para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.” (Ef 3.19).

  • O crente cheio do Espírito de Deus é como Sansão que colocou fogo na seara dos filisteus!
  • O crente cheio do Espírito de Deus é como Davi disse a Saul: “Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá e pelejará contra o filisteu.” (1Sm 17.32).
  • O crente cheio do Espírito de Deus é como Davi, que disse a Golias: “Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do SENHOR dos Exércitos…” (1Sm 17.45).
  • O crente cheio do Espírito é como Jesus disse: “… Em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas… e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.” (Mc 16. 17,18).
  • O crente cheio do Espírito é como Jesus, que disse a Lázaro que estava morto e na sepultura há quatro dias: “… Lázaro, sai para fora!” (Jo 11.43).
  • O crente cheio do Espírito é como Pedro que disse ao paralítico: “Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho (poder), isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta e anda.” (At 3.6).
  • O crente cheio do Espírito é como Estevão: “… que fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus e Jesus que estava á sua direita.” (At 7. 55).
  • O crente cheio do Espírito: “… é bem-aventurado (feliz), porque sobre ele repousa o Espírito da glória de Deus.” (1Pe 4.14b).

O mesmo Deus que disse: “O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.” (Lv 6.13), deseja que o fogo do Espírito Santo continue ardendo continuamente no altar das nossas vidas nos dias maus em que vivemos.

Que este fogo sempre esteja aceso, na vida de cada crente para que possa viver uma vida renovada pelo poder do Espírito de Deus.

3- Com o Combustível da Presença de Deus. (2Sm 22.13).

Deus é fogo Dt 4.24 e Hb 12.29 nos dizem que Deus é fogo consumidor e tudo que estiver envolvido pela presença de Deus também se torna fogo. O fogo era um emblema da presença divina. Tratava-se da presença do Deus vivo. O fogo refere-se a uma manifestação visível da presença e do esplendor da glória de Deus. A chama de fogo era a glória da presença de Deus, a Shekinah, que transformava tudo e todos em que tocasse. Vejamos.

O Fogo da Presença de Deus:

  • Na Sarça Ardente – “Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo, no meio de uma sarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não se consumia.” (Ex 3.2).
  • Guiando o Povo Pelo Caminho – E o Senhor ia adiante deles, durante o dia, numa coluna de nuvem, para guiá-los pelo caminho; durante a noite, numa coluna de fogo, para alumiá-los, a fim de que caminhassem de dia e de noite.” (Êx 13.21). 
  • No Monte Sinai – “Todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo… e todo o monte tremia grandemente.” (Êx 19.18).
  • No Monte de Deus – “E o aspecto da glória do Senhor era como um fogo consumidor no cimo do monte, aos olhos dos filhos de Israel.” (Êx 24.17).
  • No Monte Carmelo – “Então, caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego.” (1Rs 18. 38).
  • Na Dedicação do Templo – “Tendo Salomão acabado de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa.” (2Crô 7.1).

O fogo de Deus está presente hoje na vida de cada crente:

  • Quando o fogo está aceso na vida do crente, ele mesmo é uma brasa acesa!
  • Quando o fogo está aceso na vida do crente, ele é uma tocha incendiando, as vidas por onde passa!
  • Quando o fogo está aceso na vida do crente, o seu rosto resplandece como de Moisés e nele o mundo vê a presença de Cristo.
  • Quando o fogo está aceso na vida do crente, ele prega a Palavra em tempo e fora de tempo.
  • Quando o fogo está aceso na vida do crente - “… Deus faz dos seus Ministros labaredas de fogo” (Hb 1.7b).
  •  Quando o fogo está aceso na vida do crente - “O fogo arderá continuamente sobre o altar, não se apagará.” (Lv 6.13).

Resumo:  Mantenha o Fogo Aceso! Com o “Combustível da Oração, com o Combustível do Espírito Santo e com o Combustível da Presença de Deus.” “O fogo arderá continuamente sobre o altar, não se apagará.” (Lv 6.13).

 

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Texto Bíblico: Isaías 24.15ª

Introdução: Você não está aqui por acaso. Deus tem propósitos em sua vida. E um dos propósitos dEle é que você glorifique a Ele e receba a vitória em nome do Senhor Jesus! A Escritura Sagrada  diz: “… Abraão… foi fortificado na fé dando glória a Deus.” (Rm 4.20b). – “Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!” (Rm 11.36). Glória para Deus e vitória para sua vida hoje e nome do Senhor dos Exércitos!

1- O que é Vale? É uma planície ou depressão situada na base ou entre montes, várzea que se localiza a beira de rios. – de Lágrimas, – de Amarguras. Geralmente é chamado “desfiladeiro” ou “ravina”. Figura desse mundo caótico e cruel. Um lugar sombrio, profundo. Lugar de experiências dolorosas. Lugar de Experiências com Deus. (Ez 37.1-14). O lugar onde Deus nos leva aos limites de nossa Dependência a Ele. (Sl 23.4).

  • Vale é o começo de uma história.
  • Conseqüência da vida.
  • Preparamento para a vitória.

2- A Bíblia Fala de Vales:

  • O Vale de Sidim. (Gn 14.1-3; 10-16). “Vale da Grande Perda”.
  • O Vale de Savé. (Gn 14.17). “Vale do Rei”.
  • O Vale de Gerar. (Gn 26.1,2). “Vale das Afrontas”.
  • O Vale de Ebrom. (Gn 37.14). “Vale da Traição e da Escravidão”.
  • O Vale de Beraca. (2Crô 20,26) “Vale de Benção”.
  • O Vale da Sombra da Morte. (Sl 23.4). “Vale de Sofrimento”.
  • O Vale de Baca. (Sl 84.6). “Vale de Lágrimas”.
  • O Vale da Visão. (Is 22.1) “Cidade de Jerusalém – Habitação da Paz”.
  • O Vale de Ossos Secos. (Ez 37.1-14). “Vale da Restauração”.
  • O Vale de Acor. (Os 2.15). “Vale da Esperança”.
  • O vale de Josafá. (Jl 3.14). “Vale da Decisão – Jeová Julga”.

Qual Vale você está?… O vale é inevitável. Deus nos leva ao vale não para sofrermos, mas para crescermos. No vale experimentaremos a dor, mas teremos experiência com o Senhor! Não temas, nem te assombres, pois o Senhor é poderoso para abrir fontes no meio do vale e te saciar de alegria. (Is 41.10).

3- Vale é Lugar:

  • De Benção. (2Crô 20.26).
  • De Restauração. (Ez 37.1-14).
  • De Exaltação. (Is 40.4).
  • Onde Deus se faz presente. (Sl 23.4; Is 43.2; Dn 3.25).
  • Onde Deus manifesta a sua glória. (Ez 3.23).
  • Onde Deus fala. (Ez 3.22). – “… Levanta-te, tem bom ânimo, não temas, Eu sou contigo…”

4- O Que Devemos Fazer nos Vales:

  • Confiar no Senhor. (Sl. 20.7,8; 125.1).
  • Esperar no Senhor. (Os 2.15; Sl 40.1; Is 40.31).
  • Descansar no Senhor. (Is 65.10; Sl 23; 37.4).
  • Glorificar ao Senhor. (Is 24.15a; Sl 103.1-5).

5- Porque Devemos Glorificar ao Senhor nos Vales:

  • Porque Ele é o Deus Verdadeiro. (Dt 32.4; Nm 23.19; Rm 3.4; 1Jo 5.20).
  • Porque Ele é o Deus Fiel. (Sl 146.6; Is 49.15; 1Co 1.9; 1Tss 5.24; Hb 10.23).
  • Porque Ele é o Deus Imutável. (Êx 3.14; SL 102.26,27; Ml 3.6; Tg 1.17).
  • Porque Ele é o Deus Infalível. (Gn 18.14; Jr 32.17; Jó 42.2; SL 93.4; 115.3; Is 43.13; Mt 19.26; Mc 10.27; Lc 1.37; Ef 3.20; Jd 24).
  • Porque Ele é o Deus de Vitória. (2Sm 8.6,14; Sl 18.50; 44.7; 108.13; Pv 21.31; 1Co 15.57; 2Co 2.14).
  • Porque Ele é o Deus dos Vales. ( 1Rs 20.28; Sl 23.4; Ez 3.22,23).

Resumo: “Glorificai ao Senhor nos vales…” (Is 24.15a).

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